Todo mês, os líderes da V2COM aprofundam temas importantes de suas áreas de atuação.

No artigo de hoje, Cristina Maia – líder de RH – analisa os desafios para a construção de um processo seletivo realmente eficiente.

Boa leitura!

 

Afinal, como contratar as melhores pessoas?

 

Em empresas com poucos colaboradores, normalmente é o dono que lida com a admissão de seu novo pessoal. Mas, conforme a estrutura cresce, o CEO deixa de atuar diretamente nas contratações, focando apenas naquelas mais importantes e próximas de si. O processo de recrutamento, então, passa a envolver o restante do time – além do RH, claro!

Esse envolvimento é peça fundamental para contratar as melhores pessoas. O grande desafio, porém, é identificar quem do quadro de colaboradores da empresa pode assumir algumas dessas importantes tarefas nos processos seletivos, inclusive conduzindo entrevistas.

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Pessoas valorizadas empenham-se mais… muito mais!

 

Antes de se formatar um processo seletivo é importante ter claro os aspectos que estabelecem a cultura da empresa. Entre eles, um que se destaca, envolve os incentivos aos colaboradores, especialmente o orçamento disponível para as posições buscadas.

É comum vermos o mercado oferecendo baixa remuneração para os candidatos, mesmo que em contrapartida as exigências sejam bastante rígidas.

 

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Aqui na V2COM, acreditamos que é fundamental pagarmos às pessoas o valor que seu trabalho, de fato, vale. Desse modo, é possível atrair os melhores candidatos que, sentindo-se valorizados, trabalharão duro e compartilharão seu crescimento com a empresa.

É claro também que, associado a isso, deve-se estruturar um processo de seleção robusto, capaz de detectar entre os muitos interessados aqueles que realmente farão a diferença para a empresa e para suas vidas profissionais.

 

Contratar as melhores pessoas é um esforço de equipe!

 

O nome já diz por si só: trata-se de um PROCESSO de recrutamento e seleção.

Como tal, precisa de tempo para se desenvolver. Isso só costuma ocorrer conforme novas necessidades surjam na empresa. A partir disso, os recursos são aperfeiçoados, algo que inclui novas tecnologias de recrutamento e metodologias mais modernas de seleção. E, com isso, chega-se a um processo mais redondo e assertivo, desde a divulgação das vagas até o primeiro dia de trabalho do novo colaborador.

Uma importante etapa dessa jornada é envolver todo o restante do time na seleção. Isso significa atribuir-lhes responsabilidades sobre quem será seu futuro parceiro no local de trabalho.

 

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Desse modo, será mais fácil encontrar o candidato com suficiente capacidade cognitiva e as melhores habilidades técnicas para a posição que vai assumir. Jogo de cintura para situações mais complexas do dia a dia e maturidade profissional são outros requisitos sempre muito importantes.

 

Mais que habilidades é preciso garantir o fit cultural

 

É importante garantir que o candidato entenda e se encaixe na cultura da empresa. Alguém pode estar completamente qualificado para uma posição em termos de técnica e habilidades, mas incompatível com a organização no que tange a cultura e os valores.

Uma pessoa sem o fit cultural pode colocar em risco toda a harmonia de uma equipe, algo que se conquista ao longo do tempo, à base de muito esforço e compreensão. Mais do que isso, conflitos desnecessários podem comprometer o desempenho de todos.

Um estilo muito formal em um ambiente aberto e descontraído, ou mesmo um perfil mais introspectivo e centrado diante de equipes que falam alto e usam muito o telefone podem criar um grande problema e comprometer a eficiência dos processos. Isso afeta, claro, tanto a pessoa que se sentirá desajustada, quanto a empresa que não conseguirá manter por muito tempo o colaborador recém recrutado.

É sabido que contratar alguém tecnicamente qualificado é um grande desafio para a realidade brasileira. Entretanto, mais desafiador ainda é encontrar essas habilidades em alguém que esteja adequado ao ambiente em que irá trabalhar. Se essa união não ocorrer de modo bastante ajustado, certamente ocorrerão problemas, em especial altas taxas de turnover na empresa. Isso significa custos desnecessários, desgastes entre as pessoas e desvio de foco.

 

Mas como conseguir afinar o ajuste entre empresas e pessoas?

 

A resposta está em uma palavra: objetivos.

Objetivos alinhados representam uma relação duradoura e proveitosa. É essencial que se entendam as razões pessoais e profissionais de cada candidato e, a partir disso, analisar se elas são compatíveis com a estrutura que a empresa oferece e, sobretudo, com aquilo que espera de retorno de suas pessoas.

É preciso entender que os colaboradores não apenas aceitam empregos para impulsionar o crescimento de uma organização. Elas desejam algo em troca. Desejam encontrar no seu ambiente de trabalho uma plataforma para alavancarem suas vidas pessoal e profissional.

Para tanto, desde o primeiro dia de recrutamento, é importante deixar o colaborador na mesma página em que a empresa está. Com isso, será possível analisar a fundo as expectativas do entrevistado e julgar se elas de fato são interessantes para a companhia.

 

Conclusão

 

Como se nota, estruturar, manter e melhorar um processo de seleção está longe de ser uma tarefa simples, especialmente por envolver muitas etapas e pessoas. É somente a partir dele, entretanto, que será possível encontrar os melhores candidatos para comporem uma empresa.

E, por melhores candidatos, não devemos entender apenas os mais capazes e hábeis, mas sobretudo aqueles que atendam aos requisitos formais em perfeita harmonia com os aspectos culturais da empresa.

Somente assim é possível contratar as melhores pessoas, criando um ambiente prazeroso, produtivo e, mais, que alavanque oportunidades a todas as partes.