Como escolher o melhor fornecedor de plataforma de IoT?

O fornecedor de plataforma de IoT está diretamente ligado à eficiência do projeto e à escalabilidade dos resultados em tempo recorde


No mundo, já existem mais dispositivos conectados que pessoas. Até 2020, a Cisco estima que a IoT terá comunicado 26 bilhões de “coisas”, com aplicações que vão da Indústria 4.0 (IIoT) à Smart Agro, passando pelas Cidades Inteligentes, Logística, Medicina, Utilities, Gestão de Resíduos e muitas outras.

A Internet das Coisas foi apontada por uma série de pesquisas (nacionais e internacionais) como a tecnologia mais disruptiva, sendo aquela que deve receber a maior fatia de investimentos em inovação nos próximos anos. Ela já demonstrou sua enorme capacidade de conferir inteligência aos mais diversos processos, aumentando a eficiência e diminuindo custos. Mais ainda, a IoT tem criado até mesmo novos modelos e frentes de negócios, escalando resultados em níveis jamais alcançados no curto intervalo de tempo.

Fonte: IoT Analytics

O mercado oferece uma variada gama de soluções para gerenciamento de Internet das Coisas, com diferentes atributos e especificidades. Para escolher a plataforma que melhor atenda às demandas atuais das empresas é preciso olhar com atenção para alguns aspectos. A seguir, destacamos três dos principais.

A solução escolhida é flexível? 

Não é nada razoável estruturar um plano de Internet das Coisas sem considerar o legado de uma empresa. Por isso é fundamental averiguar se o fornecedor de plataforma de IoT é capaz de se comunicar com diferentes sistemas, protocolos e equipamentos que já façam parte do dia a dia operacional da corporação.

Mais do que isso, é preciso ponderar como a plataforma se comporta em relação às inovações vindouras. Isso significa entender os custos, a agilidade e o braço de desenvolvimento que o fornecedor apresenta para “conversar” com novas tecnologias que certamente aparecerão no mercado, de tal forma que as soluções de IoT implementadas hoje possam evoluir continuamente, sem limitações.

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Num mundo de negócios cada vez mais dinâmico, é essencial certificar-se de que o fornecedor de plataforma de IoT esteja habilitado para acompanhar a evolução com agilidade e segurança. Ele não deve apenas acompanhar os novos requisitos tecnológicos, mas sobretudo se comportar como um protagonista, viabilizando a inteligência necessária para criar insights estratégicos que facilitem a tomada de decisão.

A plataforma garante escalabilidade?

Escalar resultados é o que faz da Internet das Coisas uma ferramenta tão poderosa. E, diferentemente do que se possa imaginar, nem todas as plataformas disponíveis no mercado apresentam uma infraestrutura robusta o suficiente para garantir a escalabilidade.

Quando falamos no potencial transformador da IoT, partimos da premissa de que a empresa deseja realmente transformar sua realidade operacional, não se limitando a ambientes controlados tão característicos dos chamados “pilotos”. O aumento de eficiência, a inteligência de dados e a redução de custos estão diretamente ligados à expansão dos projetos dentro da realidade macro de negócios.

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Por isso, o fornecedor de plataforma de IoT deve garantir sistemas robustos o suficiente para viabilizar a escalabilidade, ou seja, comportar um número cada vez maior de dispositivos conectados no curto prazo. Não hesite ao questioná-lo sobre as maiores instalações que ele já estruturou para outras empresas, e analise os resultados alcançados. Afinal, a expertise em lidar com projetos de grande porte e a agilidade de implantação estão diretamente ligadas ao sucesso de um projeto de IoT.

O fornecedor de plataforma de IoT garante a interoperabilidade?

Todas as empresas possuem ferramentas internas ou de terceiros que as ajudam a resolver problemas críticos e, ao mesmo tempo, agregam valor ao negócio. É preciso avaliar se a solução é capaz de operar com, e em sincronia com, essas ferramentas existentes de uma maneira fácil e ágil.

Segundo a Gartner, metade do custo de implementação de uma aplicação de IoT em 2019 está associada à integração de seus elementos componentes. Benoit Lheureux, Vice-Presidente de Pesquisas da empresa, chegou a afirmar que:

“alcançar a integração completa para ativos conectados à IoT é extremamente desafiador, porque envolve muitos terminais diferentes da TI. Além dos terminais de IoT em si, esses ativos podem precisar ser conectados a um gateway de IoT, que agrega os dados de sensores e os envia para uma plataforma…”

A McKinsey, por sua vez, ressalta que 40 a 60% do valor potencial total de um aplicativo de IoT depende da capacidade de obter interoperabilidade entre diferentes sistemas, deixando claro que esse é um requisito básico para o sucesso de uma solução, ao lado da segurança e disponibilidade.

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O melhor fornecedor de plataforma de IoT é aquele cujas soluções apresentem uma arquitetura de software inteligente, que permita integrações perfeitas com ferramentas de código aberto e facilite a integração com serviços e soluções de terceiros. Somente assim será possível atingir a escalabilidade no curto prazo e, claro, retornos financeiros verdadeiramente impactantes.

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