Falar de conectividade é complexo. Lidar com ela pode ser simples.

Qualquer pessoa que trabalhe ou se interesse por conectividade (inserida no contexto da Internet das Coisas) já deve ter experimentado esta sensação: de início, o conceito geral parece ser bastante simples, afinal tudo se resume em articular ou interligar coisas, processos e pessoas a partir da transmissão de dados.

Mas, por trás desse panorama de aparente fácil assimilação, existe um vasto e complexo universo de possibilidades em constante expansão. Por sinal, qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Falamos de tecnologias, protocolos, recursos, aplicações, linguagens, configurações e arquiteturas de rede dos mais variados tipos e complexidades. Um verdadeiro ecossistema digital, que vem transformando a passos largos a realidade das pessoas e dos negócios.

E, como não poderia ser diferente, uma realidade em constante expansão pressupõe a ausência de limites (ao menos teoricamente) e, por consequência, torna bastante desafiador o esforço para mensurar e definir o que seria essa “complexidade”. Em linhas gerais, podemos associá-la ao ritmo de mudanças por que passam todos os elementos de rede que, por sua vez, vão desde a rede física propriamente dita até os sistemas de gestão, passando pelos operadores e os serviços externos com que ela se comunica.

Mas antes que essas reflexões possam criar algum tipo de ansiedade paralisadora, é importante entendermos que, se por um lado a expansão desse universo é um tanto quanto abstrata e de difícil leitura, por outro é esse mesmo dinamismo o responsável por desenvolver as ferramentas capazes de viabilizar as tecnologias na prática, garantindo ganhos efetivos e reais.

O mundo de agora (e do futuro) está diretamente ligado à integração de tudo com tudo, ou seja, inserir objetos, máquinas, equipamentos e pessoas nesse ecossistema de conectividade, de tal modo a fazer brotarem possibilidades de negócios jamais imaginadas.

Cedo ou tarde, lidar com conectividade (e sua vasta gama de complexidades) deixará de ser uma questão de escolha, tornando-se mandatória para a sobrevivência das empresas. Não à toa a vantagem competitiva dos negócios está cada vez mais relacionada à rapidez e estratégia com que as companhias transformam digitalmente seus processos.

Como abstrair complexidades e conectar o legado?

O legado é certamente um dos aspectos mais sensíveis quando falamos em conectividade no Brasil.

Integrar o maquinário antigo aos novos sistemas e tecnologias de rastreamento de dados lógicos é a grande barreira que precisa ser superada para de fato alavancar a jornada digital no país. Com isso, efetivaremos de vez uma revolução em nosso setor produtivo, movimentando, até 2025, mais de US$ 45 bilhões na indústria, US$ 39 bilhões no setor de saúde, US$ 27 bilhões em cidades inteligentes e US$ 21 bilhões no agronegócio, segundo mostra um estudo do BNDES.

Os líderes de negócio brasileiros já estão cientes dessa necessidade. Diversas pesquisas convergem ao apontar a adoção de tecnologias de IoT como prioridade de investimento nas empresas. Mesmo assim, ainda é preciso de muito esforço para que os planos saiam efetivamente do papel e se tornem uma realidade prática.

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Para resolver o problema dos sistemas legados, muitas empresas têm buscado a ajuda de fornecedores que desenvolvem soluções de conectividade sob medida. Isso porque é fundamental que a tecnologia oferecida se adeque perfeitamente às diferentes demandas e protocolos, respeitando as particularidades que cada projeto exige.

Além disso, é importante que a solução desenvolvida seja plenamente integrável a diferentes tipos de equipamentos e sistemas. Empresas desenvolvedoras que fornecem uma arquitetura aberta e modular estão um passo à frente na promoção da transformação digital, justamente por permitirem que as tecnologias de IoT incorporadas hoje consigam sempre se adequar aos futuros avanços, sem a necessidade de substituição dos equipamentos e sistemas legados.

Analistas da Gartner destacam que um dos maiores desafios para a infraestrutura de TI e para a implantação de soluções de conectividade é a necessidade de identificar quais formas de integração são necessárias para um equipamento conectado à IoT. Segundo, Benoit Lheureux, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner :

“Alcançar a integração completa para ativos conectados à IoT é bastante desafiador, porque envolve muitos terminais diferentes da TI. Além dos terminais próprios da IoT, esses ativos podem precisar ser conectados a um gateway de Internet das Coisas, que agrega os dados de sensores e os envia para uma plataforma. É ela que fornece os recursos de TI necessários para administrar o consumo de dados, Analytics, entre outros”.

Embora a questão do legado seja complexa, há players importantes no mercado que oferecem a expertise necessária para resolver o assunto com rapidez e custos reduzidos. As soluções oferecidas permitem conectar, monitorar e gerenciar inúmeros dispositivos, com extrema atenção às questões envolvendo a segurança.

E isso é fundamental para garantir às indústrias o uso eficiente dos dados provenientes de toda a cadeia produtiva em tempo real, de tal modo que possam diminuir o desperdício de insumos, resolver dilemas logísticos, aumentar a segurança das equipes, bem como os próprios ciclos de desenvolvimento.

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