benefícios da IoT

Dados e Biotecnologia geram nova onda de inovação no campo, aponta McKinsey

Dados e Biotecnologia geram nova onda de inovação no campo, aponta McKinsey

Os avanços conjuntos das ciências biológicas e da computação estão criando um novo patamar de inovações. É esse o tema abordado pelo estudo "The Bio Revolution" da McKinsey, que revelou o impacto positivo direto que essas tecnologias geram, sobretudo no agronegócio.

A aplicação sistemática da inteligência de dados no campo em conjunto com as conquistas da biotecnologia prometem acelerar ainda mais a eficiência produtiva das fazendas de forma sustentável. A pesquisa da McKinsey calcula que esses novos avanços podem incrementar em até US$ 1,2 trilhões as receitas globais dos segmentos de agricultura, aquicultura e alimentação nos próximos anos.

A produção de bionergia é outro destaque do estudo, com impacto direto nesses segmentos. Associada ao desenvolvimento de biomateriais, o uso da biomassa para gerar calor, eletricidade ou combustível para motores pode gerar entre U$S 200 bilhões e US$ 300 bilhões de acréscimo de receita. Para isso, é importante "integrar e conectar tecnologias", conforme explicou Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, em matéria do Valor Econômico.

Ela defende que o Brasil precisa investir ainda mais em P&D no agronegócio para consolidar o ecossistema 4.0 e que, mesmo com os desafios de conectividade no campo, o país "é o mais avançado nessa área". Nos Estados Unidos, por exemplo, onde as lavouras contam com mais infraestrutura de telecomunicações e máquinas conectadas, os avanços nas aplicações das tecnologias digitais não têm ocorrido de forma tão intensa quanto no Brasil.

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Segundo especialistas, esse rápido dinamismo brasileiro está ligado a um movimento de transição da agricultura de precisão para um modelo 100% digital, com aplicações cada vez mais avançadas de Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA).

Com um volume crescente de dados circulando pelas fazendas, fica mais fácil direcionar informações importantes para o desenvolvimento científico (como a biotecnologia), o que cria um ciclo virtuoso de progresso e inovação. Como resultado, marchamos rumo à uma produção mais econômica, sustentável e de melhor qualidade. A McKinsey e o BNDES indicam que as chamadas smart farms podem alcançar aumento de até 25% na produtividade e redução de 20% no uso de insumos como consequência da implementação de tecnologias digitais nas operações agropecuárias.

V2COM: a solução mais inteligente em IoT no campo

Com mais de 18 anos de história, a V2COM consolidou-se no mercado nacional e internacional por ser um dos poucos fornecedores de soluções de IoT ponta à ponta. Com isso, é capaz de atender as mais diversas especificidades que cada projeto demanda.

Por desenvolver integralmente tanto hardware quanto software, a V2COM alcançou um padrão de tecnologia plenamente compatível com as inovações, integrando-se perfeitamente a diferentes realidades de forma bastante ágil e comprovadamente viável em termos financeiros.

Sabia que a V2COM faz parte do Grupo WEG?

Na frente de smart farms, a V2COM destaca-se, entre outras razões, por vencer de forma inteligente as barreiras de conectividade que ainda comprometem a eficiência das fazendas, garantindo aos gestores agrícolas soluções de alta performance, elevada rentabilidade e precisão na análise de dados.


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automação

Indústria pesada soma esforços para automação digital

Indústria pesada soma esforços para automação digital

Uma pesquisa da McKinsey mostrou que os processos não-físicos (digitais) da indústria pesada apresentam um enorme potencial de automação. O setor, que tradicionalmente esteve mais inclinado a apostar na automação física, agora está juntando esforços para agregar iniciativas de transformação digital mais estruturadas, focando na coleta, processamento e análise de dados.

O estudo sugere que a automação de processos repetitivos, como o impute de dados ou a verificação de tendências nos sistemas, poderia agregar o dobro de valor ao trabalho de um profissional técnico da indústria pesada. Como resultado, haveria aumento expressivo de ganhos econômicos e de eficiência, bem como menores riscos à produção, segurança e saúde do ecossistema envolvido nas linhas de produção.

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Em uma outra pesquisa, a consultoria analisou como a indústria pesada tem avaliado o retorno obtido com a Transformação Digital. Ao menos 88% dos entrevistados afirmam já terem projetos de automação em andamento, ou estarem em vias de implementá-los. Entretanto, apenas 4% relataram melhorias significativas nos resultados financeiros no curto prazo, sendo que a maioria deles espera ao menos de 1 a 3 anos para obterem os benefícios.

Mesmo assim, mais de 40% avaliam como bem-sucedidos ou muito bem-sucedidos os esforços para cumprir as metas de automação.

automação
Fonte: McKinsey

A pesquisa (juntamente com dados internos da McKinsey) mostrou que os projetos de automação industrial pesado mais bem-sucedidos auferem entre 20 e 40% no ganho de eficiência, com retornos positivos sobre o investimento variando entre 12 e 18 meses.

Apenas 1,6% das empresas brasileiras são 4.0

Apesar de o setor industrial brasileiro reconhecer a importância de investir na chamada Indústria 4.0, estudos da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostram que ainda é baixo o percentual de empresas que já adotam sistemas de conexão de dispositivos que se comunicam entre si (IoT), associados à análise, ao processamento de dados e à inteligência artificial.

Segundo dados do Projeto Indústria 2027, realizado pela confederação em parceria com universidades e pesquisadores, apenas 1,6% das 759 empresas brasileiras consultadas informou ter sistemas integrados, fábricas conectadas e processos inteligentes para subsidiar a tomada de decisão dos gestores.

O projeto ainda destacou que dos 24 segmentos da indústria brasileira, pelo menos 14 precisam implementar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem competitivos internacionalmente. Para tanto, foram consideradas variáveis como produtividade, exportação e taxa de inovação dos segmentos, comparando-as às das maiores economias do mundo.

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Um outro estudo da CNI, realizado com 632 indústrias e focado especificamente em grandes empresas, mostrou uma realidade um pouco mais animadora. A maioria (73%) já se encontra na configuração Indústria 4.0, ainda que em estágio inicial de implantação das tecnologias.

Entre elas, a automação digital com sensores para controle de processos impôs-se como destaque. Atualmente, essa tecnologia é a mais utilizada pelas empresas que participaram do levantamento, com foco na produção, no desenvolvimento de produtos e em novos modelos de negócio.


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PoV

PoV V2COM: conheça o passo a passo

PoV V2COM: conheça o passo a passo

De cada quatro projetos de IoT, apenas um é bem-sucedido. Foi o que concluiu um estudo da Cisco, com mais de 1.800 profissionais de TI e Diretores Executivos. A V2COM está inserida no grupo dos 25% com sucesso, e muito em razão de sua metodologia exclusiva de PoV (Proof of Value), que há quase duas décadas garante eficiência produtiva e financeira a uma vasta gama de empresas no Brasil e no mundo.

A V2COM utiliza protocolos próprios de trabalho, com foco na padronização de processos, que garantem o sucesso das aplicações de IoT, sem perder de vista um rigoroso controle sobre a segurança dos dados. Além disso, ao aplicar sua exclusiva metodologia de PoV exaustivamente em centenas de projetos, comprovou que, em menos de 4 meses, é plenamente possível escalar resultados com elevada eficiência e viabilidade financeira.

Como funciona a PoV?

O processo de desenvolvimento da PoV da V2COM parte da seguinte visão:

"O custo da SOLUÇÃO deve ser sempre inferior ao custo do PROBLEMA"

Nesse sentido, um projeto de IoT só partirá para a execução quando provada sua viabilidade econômica junto à realidade apresentada pelo cliente-parceiro. Para tanto, é estruturada uma análise baseada fundamentalmente em premissas de ganho de valor. Somente após essa etapa, parte-se para a proposta de solução técnica em si e para os desenvolvimentos necessários.

A metodologia PoV da V2COM engloba um estudo que foca na inovação propriamente dita e na contextualização dos ganhos econômicos diante do problema ou demanda apresentados. O esforço inicial está em adequar a inovação tecnológica à realidade de negócio dos clientes, o que eleva a segurança e o engajamento das equipes envolvidas nos projetos.

Uma outra importante característica da PoV é a aplicação aprofundada da fase de testes. Isso permite verificar os benefícios reais da tecnologia de forma macro, e não apenas limitada ao ambiente controlado dos pilotos. Esse momento é de suma importância justamente porque garante a base para a escalabilidade da solução de IoT em implantação.

Um recente estudo realizado pela McKinsey mostrou que testes limitados que não objetivam impactar a empresa como um todo (e até mesmo a cadeia de produção da qual faça parte) não costumam atingir os resultados inicialmente projetados. A expansão dos pilotos está diretamente ligada à eficiência operacional e ao impacto financeiro posterior que serão auferidos com os processos já transformados digitalmente.

Essa realidade pode ser visualizada no gráfico abaixo:

Fonte: McKinsey

A pesquisa ainda demonstrou que as empresas com resultados mais expressivos são aquelas que estiveram dispostas a testar as tecnologias em diferentes cases de aplicação, de forma transversal e aprofundada. E é justamente isso que a metodologia POV da V2COM se propõe a fazer de forma simples, rápida e eficiente.

PoV: um processo quase industrial

A PoV foi estruturada com base em uma ordem cronológica de etapas finamente articuladas e interligadas, semelhante aos processos do ambiente industrial.

De início, a partir do mapeamento do problema, são apresentadas as tecnologias disponíveis capazes de resolver a demanda em questão. Após isso, as conversas da equipe técnica aprofundam questões específicas de projeto, com detalhamento de custos, apresentação de um cronograma de ações, gestão de riscos e interface com os usuários. Toda essa primeira fase costuma ter duração de até quatro dias.

Em um segundo momento, parte-se para a análise da viabilidade econômica propriamente dita, cuja fundamentação estrutura-se em cima de premissas de ganho de valor. Para tanto, são utilizadas como base as tecnologias de software e hardware já disponíveis na V2COM. A partir delas, determina-se se o custo da solução compensará o custo do problema apresentado.

Todo esse ciclo de atividades demora até três semanas, e ele representa a garantia ao cliente-parceiro de que o projeto só caminhará caso ele seja interessante não apenas em aspectos tecnológicos, mas também financeiros.

Uma vez considerado economicamente viável, o processo de PoV parte para questões de natureza técnica. É neste momento que a solução de IoT é posta em testes e são ajustados todos os detalhes. Essa fase só é possível, dada a construção modular e customizada das tecnologias V2COM que, a partir de uma composição prévia, conseguem se adequar perfeitamente às mais diferentes especificidades de cada cliente. Nesta etapa ocorrem ainda os desenvolvimentos e as validações de integração de sistemas, bem como é calculado o ROI financeiro. Ao fim, após no máximo dois meses de trabalhos, já é possível seguir para o lançamento do projeto.

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Nesse momento, os esforços estão voltados para a inserção do projeto na realidade operacional de mercado. Em um ambiente controlado de média escala, os processos começam a operar sob as regras da nova tecnologia desenvolvida. Um acompanhamento em tempo real é realizado com foco na rápida correção de erros que porventura surjam e na mensuração de dados que demonstrem a eficiência da solução.

Essa dinâmica é analisada por um mês, quando é finalmente escalado o projeto de IoT dentro da empresa. A partir desse momento, a inovação já está plenamente integrada à rotina operacional da empresa, que acaba de dar mais um importante passo rumo à efetiva transformação digital.


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O potencial da IoT na Logística 4.0

Logística 4.0 - uma nova realidade criada pela IoT

O setor de logística tem sido amplamente impactado pelas novas aplicações de Internet das Coisas (IoT). E isso é especialmente importante para o Brasil, onde ainda existem diversos desafios a serem trabalhados em prol da eficiência.

Números levantados pela Cisco e pela grande referência da área, a DHL, comprovam o otimismo em torno do potencial da Internet das Coisas na chamada Logística 4.0. Mostrou-se que, nos próximos dez anos, as novas tecnologias poderão agregar até US$ 1,9 trilhão em investimentos.

Todo esse enorme potencial está diretamente relacionado ao fato de o setor logístico não estar limitado a si mesmo. Muito pelo contrário: ele impacta direta ou indiretamente todos os outros setores da economia. Inclusive, em muitos casos, é ele o fator preponderante para garantir a vantagem competitiva de alguns negócios.

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Seja através da capacidade de impor mais eficiência na gestão da cadeia de suprimentos, controlar melhor os centros de distribuição e até mesmo acompanhar em tempo real suas frotas, as novas tecnologias prometem não apenas o aumento da eficiência logística, mas também uma redução bastante considerável dos custos. Em países como o Brasil, cujas dimensões são continentais, esse impacto é ainda mais importante, dado que grande parte da cadeia de valor das empresas depende da inteligência operacional aplicada no setor.

Logística 4.0: controle de frotas eleva segurança e aumenta eficiência

O monitoramento e o rastreamento das cargas têm contado com uma gama cada vez maior de soluções. E a IoT é certamente um dos grandes expoentes para garantir a eficiência necessária a esses serviços.

Há vários exemplos de aplicabilidade: o controle de rotas — inclusive com sugestão dos melhores caminhos —, o agendamento automático para busca de materiais e até mesmo a verificação do grau de cansaço dos motoristas, seguida por alertas sobre a necessidade de descanso imediato.

A tecnologia ainda possibilita elevar os padrões de segurança dos operadores e alertar sobre manutenção preditiva e prazos para o vencimento de licenças específicas. Para essas (e outras funcionalidades) o trabalho dos sensores inteligentes é fundamental. É a partir deles que uma série de dados é levantada, não só em relação aos veículos em específico, mas de forma global, avaliando toda a operação.

Ao serem processados pelas plataformas de IoT, esses dados geram insights em tempo real, que permitem a tomada de decisão mais efetiva, correções menos bruscas e, claro, ganhos em eficiência que implicam em menores custos.

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A Logística 4.0 ganhou também o apoio das etiquetas RFID, e outros leitores de códigos de barras, para simplificar a gestão do estoque e a movimentação de produtos e equipamentos. Grandes empresas, como a Gerdau,  já têm seus sistemas baseados em RFID, e passaram a executar a gestão do estoque com muito mais agilidade e inteligência. Hoje, os motoristas dos caminhões conseguem saber os horários disponíveis para buscar novas mercadorias sem ter que passar por longas filas de espera, por exemplo.

Para tanto, é fundamental articular as soluções com base nas melhores opções de conectividade disponíveis para as diversas realidades logísticas (mar, céu, agricultura, indústrias, cidades). Isso é ainda mais sensível para o monitoramento de frotas nas estradas, um dos segmentos com maior número de projetos na área de IoT, no Brasil. Nessa realidade em particular, a Internet das Coisas tem garantido a segurança dos motoristas, da frota e dos ativos transportados. Com monitoramento 24/7, rastreamento via satélite e até mesmo com dispositivos para travamento e destravamento remoto ficou muito mais seguro percorrer longas distâncias Brasil afora.

Soluções de IoT devem ser versáteis e individualizadas

A Logística 4.0 é extremamente complexa e, por conta disso, conta com uma série de processos que podem ser melhorados com o uso da IoT. Para desenvolver soluções que sejam financeiramente viáveis e 100% eficazes, é fundamental que os projetos sejam bastante individualizados e atendam a realidade particular de cada demanda.

Você sabia?
A V2COM agora faz parte do Grupo WEG

Em seus quase 20 anos de história, a V2COM firmou-se, nacional e internacionalmente, por sua excelência ao desenvolver projetos com elevada customização, a partir de tecnologias e protocolos exclusivos, desenvolvidos por uma equipe altamente capacitada de engenheiros.

Desse modo, garante a versatilidade dos projetos, sem perder de vista os mais rígidos padrões de segurança e a agilidade na implantação.


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WEG

Pandemia acelera IoT e IA, aponta KPMG

Pandemia acelera IoT e IA, aponta KPMG

A KPMG realizou uma pesquisa com líderes globais da indústria de semicondutores e concluiu que tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA) e 5G foram aceleradas em razão dos impactos que a pandemia de Covid-19 gerou no mercado e na sociedade.

IoT: adoção Covid-19

O estudo revela que 59% dos entrevistados priorizarão projetos nessas áreas, destinando ainda mais esforços de investimentos e implementação. Segundo Felipe Catharino, sócio-líder de tecnologia da KPMG no Brasil:

"A covid-19 mobilizou os líderes de semicondutores para rapidamente tomarem decisões no curto prazo, e com implicações de longo prazo talvez ainda não totalmente compreendidas. Conforme as cadeias de suprimentos globais e o funcionamento das empresas no dia a dia são afetadas, muitos executivos da indústria estão se concentrando em medidas de resiliência para garantir que os riscos para funcionários e clientes sejam antecipados e gerenciados"

Quanto à receita da indústria, 59% dos executivos esperam queda entre 1 a 10% em relação ao mesmo período de 2019. Por outro lado, 23% acreditam na direção oposta: esperam aumento de 1 a 10%. Já para 18% o setor não deve apresentar impacto nem positivo nem negativo frente à pandemia.

Automação ganha força

Muitas indústrias tiveram de diminuir o ritmo das operações, ou até mesmo interrompê-lo, para atender às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) em prol do isolamento social. Outras, ao contrário, fornecedoras de bens vitais, estão enfrentando aumento abrupto de demanda com a corrida de pessoas para estocarem produtos. Seja de um lado ou de outro, é fato que a cadeia de abastecimento está desequilibrada e bastante volátil.

As indústrias que se mantiveram ativas também estão enfrentando uma nova dinâmica produtiva, com o distanciamento físico entre os trabalhadores, que passaram a operar suas atividades de forma ainda mais cuidadosa.

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A KPMG indica que a principal ação de curto prazo tomada pelas empresas para responder à pandemia está ligada à flexibilização das rotinas de trabalho, implementando horários flexíveis e home-office. Além disso, surgem novos esforços para assegurar que os fornecedores e parceiros da cadeia de suprimentos tenham planos de continuidade de negócios.

No longo prazo, 55% dos entrevistados esperam revisar esses planos e, principalmente, atualizar tecnologias implementadas, especialmente as de nuvem e automação. Além disso, 23% pretendem aumentar a diversidade geográfica da cadeia de suprimentos, incluindo fundição externa e parceiros externos de montagem e teste de semicondutores.


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[Dados] Tecnologias digitais descomplicam gerenciamento de energia

[Dados]: Tecnologias digitais descomplicam gerenciamento de energia

Em sua terceira edição, o Relatório de Progresso Corporativo para Energia e Sustentabilidade 2020 analisa as oportunidades e os desafios que as empresas encontram no processo de transição energética e aplicação de tecnologias digitais. Para o estudo, foram entrevistados 265 profissionais de empresas com receita anual mínima de US﹩ 250 milhões.

O gerenciamento e a descarbonização da energia tornaram-se peças estratégicas centrais nos últimos anos, impondo-se como uma importante vantagem competitiva para as indústrias. Com a aplicação estruturada de diferentes tecnologias digitais, as empresas conseguiram finalmente transformar processos, unindo sustentabilidade e eficiência produtiva.

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Nessa trajetória, os gestores de energia acumulam ainda mais importância dentro das organizações. Segundo o relatório, 87% dos entrevistados afirmam que a aquisição de energia está aumentando em escopo e complexidade, de tal forma que são necessários profissionais ainda mais especializados para lidar com as novas demandas.

Por essa razão, 56% dos participantes da pesquisa afirmam ter uma equipe dedicada ao gerenciamento de energia, capaz de lidar com o dinamismo do setor e principalmente com as novas tecnologias que surgem para otimizar processos, aumentar a segurança e a competitividade dos negócios.

Tecnologias Digitais Descomplicadas

Conforme o tema "energia" cresce em importância dentro das empresas, também aumenta a complexidade para lidar com uma grande quantidade de dados, seja para monitorá-los, processá-los ou gerenciá-los. Por esse motivo, ano após ano, as companhias estão investindo mais em tecnologias digitais capazes de reduzir essas complexidades.

Não à toa, o dobro do número de entrevistados (37%) em relação ao ano passado relatou usar dispositivos de IoT nessas tarefas, tais como medidores, sensores e outros dispositivos inteligentes. E, como resultado, 63% dos executivos que dispõem de soluções digitais relatam ter maior confiança em sua prontidão para inovações no gerenciamento de recursos

A pesquisa também revelou que 48% das empresas estão adaptando seus programas de gerenciamento de dados referentes à energia e sustentabilidade com base no crescimento de dispositivos conectados. Mesmo assim, ainda é alto o número de participantes (54%) que relatam usar planilhas para esse tipo de gerenciamento, embora sejam claros os benefícios em investir em soluções digitais.

Mais dados da pesquisa

• 46% dos entrevistados já estão prontos para lidar com futuras inovações no gerenciamento de energia

• 84% acreditam que o engajamento dos executivos tomadores de decisão é o fator mais importante para a aprovação e o financiamento de novos programas de energia e sustentabilidade

• 60% consideram energias renováveis “on site” e “off site” como uma estratégia de compra nos próximos três anos para gerenciar a volatilidade, com 30% dos entrevistados já implantando energias renováveis

• 70% têm estabelecidas metas de energia ou sustentabilidade, anunciadas publicamente. Em 2019, eram apenas 57%

• 75% aumentaram suas metas em relação às estabelecidas nos anos anteriores

• 30% dos CEOs acreditam fortemente que a resposta de suas organizações às mudanças climáticas será vantajosa para os negócios

Como se nota, o gerenciamento inteligente de energia, bem como as iniciativas em prol da sustentabilidade ganham cada vez mais espaço dentro das empresas. A alta liderança está debruçada em novos projetos que otimizem o uso de recursos naturais e, para tanto, está completamente empenhada em aplicar de forma sistêmica e estratégica as tecnologias digitais disponíveis.

Para ler o Relatório de Progresso Corporativo para Energia e Sustentabilidade 2020  na íntegra, clique aqui.


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