Aumenta confiança do mercado em IoT, aponta Vodafone IoT Barometer 2019

Aumenta confiança do mercado em IoT, aponta Vodafone IoT Barometer 2019

A edição de 2019 do Vodafone IoT Barometer acaba de ser lançada. O estudo deixou claro que a adoção da Internet das Coisas (IoT) vem aumentando ano a ano, em escala global. É crescente o número de empresas que passou a buscar parceiros externos com expertise comprovada, deixando de lado as iniciativas custosas para desenvolver as tecnologias internamente.

Para a pesquisa, a Vodafone entrevistou 1.758 empresas em todo o mundo. Mais de um terço delas (34%) já adotam alguma tecnologia de IoT e 84% afirmam estar mais confiantes hoje com as soluções do que há 12 meses. Ainda, os entrevistados têm se mostrado cada vez mais dependentes da IoT para a execução de seus negócios.

Ao menos 76% deles admitem que a Internet das Coisas já é crítica para o cumprimento da missão corporativa e 8% concluem que as atividades empresariais dependem dessas tecnologias na totalidade para existir.

Ainda nesse sentido, 72% dos participantes veem a Internet das Coisas como viabilizadora da transformação digital. Para eles, sem a devida implementação dessas tecnologias, é impossível que as empresas se transformem digitalmente de maneira efetiva.

A edição deste ano ainda destaca que para 74% das empresas é imprescindível a incorporação da IoT nos processos, com vistas à manutenção da vantagem competitiva. Aquelas que não implementarem as soluções no intervalo dos próximos cinco anos ficarão para trás na liderança de seus segmentos.

A pesquisa apontou que 70% das empresas já concluíram ao menos uma fase de piloto de projetos de IoT e que 95% delas relatam auferir benefícios claros e mensuráveis a partir do investimento inicial. Além disso, 83% dos entrevistados irão ampliar as implantações nos próximos anos. Isso deixa claro que as empresas primeiramente precisaram elevar o grau de confiança diante dos resultados conquistados com as aplicações iniciais das tecnologias para somente então aumentar os investimentos e se debruçarem em soluções mais complexas e escaláveis.

Os dados da pesquisa mostram que esses benefícios podem ser percebidos de diversas maneiras, incluindo:

  • Redução de custos operacionais (53%);
  • Refinamento na obtenção de dados (48%);
  • Elevação da receita a partir dos processos já existentes (42%).

Parceiros externos fornecedores de IoT são peças-chaves

Os entrevistados afirmaram que, para viabilizar esses resultados positivos, eles contam com plataformas de IoT robustas e inteligentes, fornecidas por parceiros externos capazes de implementar os projetos de maneira fácil e ágil. Com isso, as empresas serão capazes de aumentar o número de projetos em andamento, o que significa retornos (ROI) mais rápidos e maiores.

Prova disso é que entre os entrevistados que se classificaram como "avançados" em IoT — aqueles capazes de expandir a tecnologia com agilidade, experimentando diversos cases ao mesmo tempo — 87% relataram maior ROI quando comparados aos 17% das empresas que ainda estão no "nível iniciante". Assim, o estudo corrobora mais uma vez a correlação direta entre o número de projetos simultâneos em andamento e o retorno auferido a partir deles.

A edição de 2019 evidenciou uma tendência já notada pelo mercado nos últimos anos. Cada vez mais, as empresas têm buscado soluções de IoT, cientes de que os resultados são comprovadamente efetivos. Os executivos responsáveis pelos projetos da área elevaram seu grau de confiança em parceiros externos que tornam-se peça-chave na consolidação das estratégias de transformação digital. O mercado, como um todo, também entende com mais nitidez que inserir-se nesse processo de inovação deixou de ser uma escolha. As empresas que hoje não estejam atuando pesadamente nessa direção, certamente encontrarão problemas no prazo máximo de cinco anos, ficando para trás na liderança competitiva.


Indústria 4.0

Apenas 1,6% das empresas brasileiras são 4.0, aponta Projeto Indústria 2027

Apenas 1,6% das empresas brasileiras são 4.0, aponta Projeto Indústria 2027

A transformação digital em curso no setor industrial brasileiro percorre jornadas diferentes a depender do segmento de produção analisado. Foi isso que mostrou a reportagem da Folha de São Paulo, do dia 02 de fevereiro.

Apesar de o setor como um todo reconhecer a importância de investir na chamada Indústria 4.0, estudos da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostram que ainda é baixo o percentual de empresas que já adotam sistemas de conexão de dispositivos que se comunicam entre si (IoT), associados à análise, ao processamento de dados e à inteligência artificial.

Segundo dados do projeto Indústria 2027, realizado pela confederação em parceria com universidades e pesquisadores, apenas 1,6% das 759 empresas brasileiras consultadas informou ter sistemas integrados, fábricas conectadas e processos inteligentes para subsidiar a tomada de decisão dos gestores.

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O projeto ainda destacou que dos 24 segmentos da indústria brasileira, pelo menos 14 precisam implementar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem competitivos internacionalmente. Para tanto, foram consideradas variáveis como produtividade, exportação e taxa de inovação dos segmentos, comparando-as às das maiores economias do mundo.

O grau de inovação é bastante heterogêneo no setor. A estratégia de investimento das empresas, inclusive das grandes do modelo 4.0, ainda é gradual e por etapas”, afirma João Emílio Gonçalves, gerente-executivo de política industrial da CNI, à Folha.

Em outras palavras, grande parte das empresas brasileiras olham projeto a projeto para determinar os investimentos. Se for percebida a possibilidade de aumento de eficiência ou a redução de custos, por exemplo, então nesse caso são avaliadas as melhores tecnologias disponíveis. Isso mostra que uma estratégia global, de longo prazo, ainda não faz parte do planejamento da maioria das indústrias brasileiras, segundo os estudos.

Entre os segmentos analisados, bens de capital (máquinas e equipamentos), agroindústria e automotivo são aqueles que lideram a corrida tecnológica para ampliar a competitividade dos negócios até 2027.

Empresas de grande porte vivem outra realidade

Um outro estudo da CNI, realizado com 632 indústrias em junho de 2018, mostrou que a realidade das grandes empresas é bem mais animadora. A maioria (73%) já se encontra na configuração Indústria 4.0, ainda que em estágio inicial de implantação das tecnologias.

Entre elas, destaca-se a automação digital com sensores para controle de processos. Atualmente, essa tecnologia é a mais utilizada pelas empresas que participaram do levantamento, com foco na produção, no desenvolvimento de produtos e em novos modelos de negócio.

O uso das tecnologias digitais é decisivo para a competitividade das empresas, com redução de custos e ganhos de eficiência, além de maior acesso ao mercado externo e integração do Brasil às cadeias globais de valor”, diz o gerente-executivo da CNI.

Indústria 4.0 brasileira levará a cortes bilionários nos custos

Outros números que também chamam a atenção na reportagem foram divulgados pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). Segundo a agência, o programa Indústria 4.0 no Brasil poderá levar a um corte de custos de ao menos R$ 73 bilhões por ano — sendo R$ 35 bilhões vindos de ganho em eficiência, R$ 31 bilhões através da redução de gastos com manutenção de máquinas e R$ 7 bilhões de economia no consumo de energia.

Um outro aspecto importante a ser destacado é que esse avanço está diretamente ligado às questões regulatórias no setor de telecomunicações brasileiro que, muitas vezes, foca no cumprimento de obrigações defasadas em detrimento do aumento da eficiência.

Um exemplo é a obrigatoriedade de investir e cumprir metas relacionadas à telefonia fixa, em um momento em que o país tem mais celulares do que habitantes, segundo a Anatel.

Nesse sentido, Werter Padilha, representante na Câmara de IoT do MCTIC (Ministério da Ciência Tecnologia), destacou as ações do Plano Nacional de IoT para incrementar a inovação no Brasil e permitir que o avanço chegue também às empresas de menor porte.

A implementação de IoT na indústria demanda uma mudança não só nos processos, mas também na cultura das organizações [que ainda concentram processos internos de inovação]”, diz o especialista para a reportagem.

Reportagem de Claudia Rolli para a Folha de São Paulo

Saindo da fase de pilotos com IoT

Afinal, o que esperar da IoT após a fase de pilotos?

Afinal, o que esperar da IoT após a fase de pilotos?

O mercado está cada vez mais perto de experimentar o enorme potencial da IoT para os negócios. Já existem vários cases de sucesso espalhados nos mais diversos setores que reportaram ganhos impactantes em produtividade, segurança e eficiência, após a consolidação da transformação digital em suas operações. Entretanto, a maioria das organizações ainda está saindo da fase de pilotos e iniciando a aplicação em escala das soluções de IoT.

E, como era de se esperar, isso traz à tona uma série de desafios que até agora estiveram escondidos na microesfera das Provas de Conceito.

Um recente estudo da empresa de consultoria Bain & Company de 2018 buscou justamente analisar quais os atuais desafios enfrentados por 600 executivos de tecnologia, como estão sendo administradas as expectativas do mercado em torno do potencial da Internet das Coisas e como os parceiros externos desenvolvedores dessas soluções estão atuando para transformar a realidade prática dos clientes.

Saindo da fase de pilotos, o mercado está otimista com a IoT no longo prazo

Os executivos entrevistados no recente estudo divulgado pela Bain deixaram claro a elevada expectativa de longo prazo em torno dos retornos esperados com a Internet das Coisas. Entretanto, quando se analisa um panorama de curto prazo, parece que os novos desafios precisam ser abordados com ainda mais atenção.

A fase de pilotos dos últimos anos deixou claro, especialmente para o setor industrial, que o aproveitamento pleno da IoT é um pouco mais desafiador do que o esperado. Até 2016, as empresas imaginavam auferir ganhos com mais facilidade. Mas devido à complexidade dos processos e especialmente da análise dos incontáveis dados extraídos da cadeia produtiva, ficou claro, em 2018, que é preciso ainda muito mais expertise para lidar com as novas tecnologias.

As chamadas Provas de Conceito têm se mostrado mais desafiadoras e, nesse sentido, a atuação dos fornecedores externos tornou-se ainda mais importante. Afinal, é a partir da expertise comprovada deles que é possível tirar o máximo proveito das soluções desenvolvidas.

No gráfico abaixo, é possível analisar o progresso dessas expectativas ao longo dos últimos anos:

Fonte: Bain IoT Customer Survey 2016 e 2018

Como se nota, se no curto prazo o mercado viu as implantações como um desafio mais trabalhoso, é com vistas nas expectativas de longo prazo que esse esforço será compensado. O progresso na tecnologia de sensores, a conectividade 5G, o desenvolvimento em edge computing e, sobretudo, os mais de 20 bilhões de dispositivos esperados até 2020 deixam certo que a IoT é plataforma certa para gerenciar todo esse avanços.

Parceiros externos são a saída mais eficaz para consolidar a IoT

A pesquisa aponta que, para vencer esses desafios e consolidar as expectativas de longo prazo, as empresas devem confiar na capacidade técnica e inovadora dos desenvolvedores de IoT. Cada vez mais eles se comportam de forma ativa no processo de transformação digital, mergulhando na realidade de cada cliente com soluções que sejam comprovadamente eficazes, eficientes e capazes de gerar a mudança esperada.

Presentes tanto no planejamento estratégico quanto nas operações dos clientes, os fornecedores são peça-chave para mitigar as maiores preocupações dos executivos que estão lidando com as implantações. Entre elas, destacam-se a integração (em especial o conhecimento técnico necessário, a portabilidade de dados e os riscos de transição) e a segurança dos dispositivos. A pesquisa também descobriu que, à medida que uma organização se torna mais madura tecnologicamente, as preocupações com a segurança aumentam, de modo que o desafio continua a crescer progressivamente.

As questões acerca do ROI (Return on Investment) ficaram para trás, sobretudo após a consolidação da fase de pilotos dentro das organizações. Menos clientes estão preocupados com o aspecto financeiro dos projetos, justamente porque já está claro, com as implementações iniciais, que os retornos existem na prática e serão escalonados à medida que as soluções se expandam dentro das empresas.

Afinal, onde está sendo aplicada a IoT?

O gráfico abaixo, formulado a partir da pesquisa feita pela Bain em 2018, cruza as expectativas de fornecedores e clientes em relação às aplicações de IoT no mercado. Quanto mais para a direita e para cima, maior a compatibilidade entre eles:

Fonte: Bain

As soluções de gerenciamento de energia são um ponto interessante no gráfico. O mercado mostra-se bastante atraído por tecnologias dessa natureza, mas não encontram uma grande oferta de fornecedores especializados. Nessas situações, é ainda mais central a escolha do parceiro certo, visto que poucos deles estarão de fato aptos a suprir as necessidades de negócios.

Um outro ponto de destaque são as Smart Cities. Embora muito difundidas pela mídia nesses últimos meses, elas ainda não contam com expressivo foco por parte do mercado e dos fornecedores. E isso sugere que aqueles que se adiantarem às demandas estarão um passo à frente, visto que a transformação digital das cidades é apenas uma questão de tempo.

É unânime: o mercado de IoT está em plena ascensão

Apesar das barreiras e desafios apontados na fase de pilotos, a Internet das Coisas continua sendo a grande aposta. Os dados da Bain indicam que o desenvolvimento de soluções de software, hardware e sistemas, sobretudo nos setores de manufatura, infraestrutura, construção e Utilities, continua crescendo em ritmo acelerado e deve dobrar de tamanho, atingindo mais de US $ 200 bilhões até 2021. Dados semelhantes foram publicados por outros importantes centros de pesquisa e consultorias, como a Cisco, McKinsey, Gartner, Harbor Research e muitos outros.

Nessa jornada, um dos desafios mais centrais é encontrar empresas desenvolvedoras que consigam fornecer softwares cada vez mais robustos, sem perder de vista as necessidades particulares de cada setor e de cada organização.

Um outro grande diferencial são os parceiros que fornecem soluções ponta à ponta, integrando softwares e hardwares de tecnologia própria, sem perder de vista os protocolos mais avançados de segurança, um suporte técnico full-time extremamente eficiente e, claro, implantações rápidas, com baixo custo e coerentes com as necessidades de negócio dos clientes.

Sua empresa está pronta para a transformação digital?

Antes de tudo, entretanto, a Bain sugere algumas perguntas que os líderes de projetos de tecnologia devem se fazer para entender qual o grau de maturidade de sua empresa.

Então, vamos a elas:

  • Você está claro sobre o potencial que a IoT significa para sua empresa, em termos de receita, custo e qualidade?
  • Você tem um plano e os meios para vencer sua concorrência na IoT?
  • Você é capaz de dimensionar as Provas de Conceito da IoT em sua empresa?
  • Você tem um modelo operacional eficaz para apoiar a execução de seu plano?

V2COM: a solução mais inteligente em IoT

A V2COM consolidou-se no mercado nacional e internacional por ser um dos poucos fornecedores de soluções de IoT ponta à ponta. Através disso, garante um elevado grau de customização dos projetos que, assim, adequam-se com bastante profundidade às mais diferentes necessidades dos clientes.

Por desenvolver integralmente tanto hardware quanto software, a V2COM alcançou um padrão de tecnologia plenamente compatível com as inovações, integrando-se perfeitamente a diferentes realidades de forma bastante ágil.

Por consequência, os clientes passam pela fase de pilotos com bastante eficiência, alcançando a escalabilidade com segurança, em um curto intervalo de tempo.

A V2COM já conectou mais de 1.5 milhão
de dispositivos inteligentes
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Conteúdo baseado na publicação da Bain & Company. Autores: Michael Schallehn, Christopher Schorling e Peter Bowen, Oliver Straehle

 

 


IoT

McKinsey explica por que algumas empresas têm mais sucesso em IoT

McKinsey explica por que algumas empresas têm mais sucesso em IoT

Em recente relatório publicado pela McKinsey, foram apontadas as razões que fazem da Internet das Coisas (IoT) um case de enorme sucesso para algumas empresas. A pesquisa entrevistou 300 companhias com grandes projetos em andamento e que já passaram das fases de piloto.

De imediato, a consultoria classificou as organizações em três categorias:

  • 17% delas apontaram impacto financeiro (redução de custos e aumento de faturação) acima dos 15%;
  • 66% apresentaram taxas de impacto entre 5 e 15%;
  • 17% mantiveram-se abaixo dos 5%.

A pesquisa detalhou alguns dos principais aspectos que levam algumas dessas empresas a terem mais sucesso do que outras.

Empresas "agressivas" aprendem mais rápido

Um maior número de projetos de IoT em andamento acelera a curva de aprendizagem e traz retornos financeiros mais expressivos. E por projetos não se deve entender apenas os pilotos, mas sobretudo a fase posterior, em que as tecnologias são postas em contato com a realidade operacional da empresa como um todo.

Além disso, os líderes envolvidos nos projetos de sucesso constantemente fizeram esforços para mudar processos de negócios com o objetivo de capitalizar o potencial das novas aplicações de IoT.

Ficou claro pelos achados que iniciar esforços o quanto antes, dando-lhes a devida extensão necessária para surtir os efeitos esperados, é a maneira mais assertiva de obter sucesso.

A McKinsey concluiu que, em média, os primeiros 15 projetos de IoT implantados costumam trazer um retorno financeiro não tão impactante quando comparado às empresas que implantaram em torno de 30 cases. Nesse último cenário, a curva de aprendizagem já foi inteiramente percorrida, de tal modo que o impacto na redução de custos e na elevação das receitas é surpreendentemente expressivo.

Observe esses dados no gráfico abaixo:

IoT
Fonte: McKinsey

A consultoria ainda concluiu com a pesquisa que as empresas que auferem mais de 15% em impacto financeiro possuem, em média, 80% mais projetos de IoT do que as empresas com menos sucesso. Além disso, elas chegarão a experimentar 13% de crescimento no lucro bruto até 2021, porcentagem três vezes maior do que as empresas mais lentas nas implantações.

Empresas líderes vêm IoT de forma pragmática

As empresas líderes em IoT costumam adotar uma abordagem bastante pragmática diante das novas tecnologias. Em vez de perseguir oportunidades inovadoras muito além de suas bases tradicionais de negócios, elas usam as soluções de IoT para aumentar as ofertas existentes, gerando ainda mais valor agregado perante os clientes.

De acordo com a pesquisa, os líderes de IoT têm três vezes mais probabilidade de afirmar que sua principal prioridade é adicionar recursos das novas tecnologias aos produtos existentes. Assim, as empresas de mais sucesso são pragmáticas nas implantações, desenvolvem as ofertas em torno de produtos e serviços que já fazem parte de seu portfólio.

IoT
Fonte: McKinsey

A pesquisa ainda provou que nos cases de maior sucesso, os executivos C-level estiveram diretamente envolvidos com os projetos. 72% das empresas que afirmam perceber retornos interessantes conseguem nomear claramente os executivos que estiveram atuantes nos esforços de transformação digital.

A forte participação de um CEO que defende os projetos de IoT está 2,4 vezes mais presente nas empresas de sucesso quando comparada às que ainda estão nas fases mais iniciais. A liderança engajada é ainda fundamental para elevar o comprometimento de todas as equipes envolvidas nos esforços de implantação, desde os níveis mais estratégicos até os operacionais. E essa atuação comprometida é apontada como um dos fatores cruciais para garantir o sucesso das iniciativas de Internet das Coisas dentro das organizações.

Empresas de sucesso confiam na expertise dos parceiros externos

O estudo ainda deixou claro que as empresas no topo da pirâmide de sucesso são aquelas que confiam em parceiros externos para o desenvolvimento e aplicação das novas soluções. Elas não costumam gastar esforços e dinheiro para criar tecnologias avançadas se puderem obtê-las de forma mais fácil e menos custosa através de parceiros externos, com expertise comprovada.

O relatório da McKinsey deixa evidente que os líderes dos projetos de IoT das empresas preferem atrair recursos de um ecossistema de parceiros de tecnologia, em vez de confiar nos recursos internos. E isso inclui, sobretudo, a escolha das plataformas de IoT que mais se adequem às novas exigências de negócios.

IoT
Fonte: McKinsey

Um outro dado interessante é que, embora 90% de todos os usuários de IoT em escala digam que estão usando as plataformas de terceiros, as empresas com mais resultados na área têm 40% menos probabilidade de exigir que sua plataforma de IoT seja executada no local e não na nuvem.

Plataforma de IoT V2COM: uma história de sucesso ponta à ponta

O mercado de plataformas de IoT tem experimentado um enorme crescimento nos últimos anos. Essas soluções estão ganhando cada vez mais espaço e importância em diversos setores. Ao escolher a plataforma certa, certamente garante-se a escalabilidade dos projetos com muito mais eficiência.

A V2COM consolidou-se no mercado nacional e internacional por ser um dos poucos fornecedores de soluções de IoT ponta à ponta. Através disso, garante um elevado grau de customização dos projetos que, assim, adequam-se com bastante profundidade às mais diferentes necessidades dos clientes.

Por desenvolver integralmente tanto hardware quanto software, a V2COM alcançou um padrão de tecnologia plenamente compatível com as inovações, integrando-se perfeitamente a diferentes realidades de forma bastante ágil. Por consequência, os clientes auferem elevado impacto financeiro e escalabilidade dos projetos em curto intervalo de tempo.

Saiba mais sobre a Plataforma de IoT V2COM

 

 

 

 


IoT

IDC aponta mais de 1 trilhão de dólares em investimentos com IoT

IDC aponta mais de 1 trilhão de dólares em investimentos com IoT

Os investimentos mundiais com tecnologias de Internet das Coisas (IoT) deverão ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão até 2022, de acordo com uma nova previsão da empresa de pesquisa IDC.

Só em 2019 são esperados mais de 15,4% de aumento nos gastos com IoT, alcançando o montante de US$ 745 bilhões em comparação aos US$ 646 bilhões do ano passado. Essa elevação deve-se tanto à adoção das tecnologias no ambiente corporativo quanto no dos consumidores.

A IDC prevê que os maiores gastos com soluções de IoT em 2019 ocorrerão em manufaturas, setor em que são esperados quase US$ 120 bilhões investidos nessas tecnologias. Os setores de transporte e serviços públicos também apresentam previsões elevadas.

“A adoção da IoT está acontecendo em todos os setores, nos governos e no cotidiano dos consumidores. Estamos observando cada vez mais como os dados gerados pelos dispositivos conectados estão ajudando as empresas a atuar com mais eficiência, obter insights sobre os processos de negócios e tomar decisões em tempo real. Para os consumidores, o acesso aos dados está mudando a forma como eles são informados sobre o status dos domicílios, veículos e membros da família, bem como sobre sua própria saúde e boa forma física ”, disse Carrie MacGillivray, vice-presidente de IoT e mobilidade da IDC.

Os gastos com hardware ficarão em US$ 250 bilhões, liderados por mais de US$ 200 bilhões em compras de dispositivos e sensores. Os gastos com software e plataformas de IoT totalizarão US$ 154 bilhões e deverão registrar o crescimento mais rápido ao longo dos próximos cinco anos. A pesquisa ainda aponta que os investimentos em conectividade de módulos de IoT totalizarão US$ 83 bilhões em 2019.

Estados Unidos e a China serão os países com mais investimentos na área, alcançando US$ 194 bilhões e US$ 182 bilhões, respectivamente. O Japão ficará em terceiro lugar, com US$ 65,4 bilhões previstos. Na sequência aparecem Alemanha (US$ 35,5 bilhões), Coréia (US$ 25,7 bilhões), França (US$ 25,6 bilhões) e Reino Unido (US$ 25,5 bilhões).


Indústria 4.0

Indústria 4.0: dados atualizados sobre o cenário brasileiro

Indústria 4.0: dados atualizados sobre o cenário brasileiro

A atual fase de alavancagem por que passa a Indústria 4.0 global está fortemente associada aos conceitos de Internet das Coisas (IoT), Big Data e Inteligência Artificial. Juntos, eles escalam o potencial produtivo das manufaturas em tempo recorde, criando uma realidade operacional jamais verificada na história.

Alavancagem Industrial

Especificamente no Brasil, a Indústria 4.0 tem apresentado importante expansão nos últimos anos. Novas tecnologias remodelaram a dinâmica de trabalho das linhas de operação, com efeito imediato sobre toda a cadeia produtiva. Mesmo assim, ainda nota-se que o grau de maturidade da digitalização produtiva é bastante variável a depender do segmento industrial analisado.

Panorama geral da Indústria Brasileira

Um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que dos 24 setores industriais do Brasil, 14 estão atrasados na adoção de tecnologias digitais. Segundo o IBGE, esse grupo é responsável por cerca de 40% de toda produção industrial do país, ou seja, quase metade de tudo o que a indústria brasileira produz ainda não é impactada pelas tecnologias 4.0.
A participação da indústria de transformação - aquela que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário - no PIB brasileiro vem apresentando quedas sucessivas.

Dados de 2016/2017 demonstram o menor valor, em décadas de estatísticas (veja gráfico abaixo). Especialistas acreditam que o Brasil não chegou ao seu máximo de potencialidade industrial para que essas quedas sucessivas fossem justificadas. Ao contrário, defendem um importante potencial de expansão, muitas vezes abafado por particularidades de nossa economia e infraestrutura deficitária.

Indústria de Transformação no PIB brasileiro (%)

Indústria no PIB brasileiro (%) Fonte: Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Ainda nesse sentindo, o Índice Global de Inovação de 2018  colocou o Brasil em 64º lugar entre 126 países analisados. Dentro da região latino-americana, o país ficou na 6ª colocação. Embora tenhamos subido 5 posições em relação a 2017, ainda não firmamos uma posição de destaque na escala global. Há, portanto, um grande espaço de oportunidades a ser percorrido.
Esse índice - publicado anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela OMPI – leva em consideração dados como investimento em P&D, níveis de educação, incremento de produtividade e exportação de produtos de alta tecnologia.

Índice Global de Inovação (2018)

Índice Global de Inovação 2018

Os índices de melhor desempenho do país relacionam-se aos investimentos em educação, em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e absorção de conhecimentos. Em potencial de escala de negócios nos destacamos na oitava posição o que, certamente, corrobora o potencial de crescimento do país.

 

Os pontos de atenção, por sua vez, envolvem as instituições, o ambiente de negócios, o crédito e o número de graduados em engenharia e ciências. Um aspecto bastante preocupante apontado pelo ranking é a facilidade de abertura de negócios, no Brasil. Nesse quesito, estamos entre os últimos da lista, na 123º posição.

A importância de estatísticas como essas está justamente em comparar o desempenho do Brasil com o restante do mundo e, principalmente, fornecer diretrizes para políticas desenvolvimentistas e áreas que necessitem de maiores investimentos.

IoT: incorporação gradual com impactos escaláveis

Está claro que a incorporação de novas tecnologias no ambiente industrial brasileiro não é um processo simples. Entre as principais razões para isso estão:

  • Limitações orçamentárias
  • Mudança de cultura frente à incorporação de novas tecnologias
  • Incertezas quanto aos impactos causados pela inovação
  • Mão-de-obra pouco qualificada
  • Baixa infraestrutura de conectividade

Mesmo diante desses desafios, a reestruturação que a Indústria 4.0 demanda é muito menos radical do que momentos de alavancagem passados.

Antes, era mandatória a substituição física do maquinário para a adequada incorporação das novas tecnologias que surgiam. Hoje, ao contrário, a integração entre hardwares e softwares inteligentes permite um elevado grau de adaptabilidade a diversos ambientes, sem a necessidade imediata de substituição do parque industrial.

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Isso acontece pelo fato de a Internet das Coisas permitir a incorporação de sensores e sistemas legados com bastante facilidade, mesmo diante de equipamentos que já estejam em operação. As indústrias, então, conseguem usufruir da transformação digital de modo progressivo, sem uma quebra radical de processos e rotinas fabris.

A nova Revolução Industrial é, portanto, tão característica justamente por unir a escalabilidade produtiva em níveis nunca antes atingidos a um processo de transformação digital bastante flexível e adaptável.

Com 18 anos de história como provedora de soluções de IoT, a V2COM desempenha um papel fundamental no processo de alavancagem da Indústria 4.0 no Brasil. Reconhecida por sua grande capacidade de se ajustar a diferentes realidades, a empresa impulsiona tecnologias que conversam facilmente com diferentes equipamentos e sistemas, de forma inteligente.

Desse modo, tem proporcionado retornos financeiros em um curto intervalo de tempo a seus clientes. Ademais, permite que as novas soluções incorporadas sejam perenes e compatíveis com os avanços tecnológicos futuros.


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