leilão do 5G

Fornecedores de IoT garantem ainda mais segurança no 5G

Segurança da Informação é um desafio global quando falamos em transformação digital. As aplicações devem ser desenvolvidas com o objetivo de reduzir qualquer fragilidade e ponto de invasões, seja no momento da captação dos dados via sensores, seja no processamento e análise.

Com a chegada do 5G, a questão fica ainda mais sensível, visto que a nova rede fornece um padrão inédito de infraestrutura, capaz de revolucionar as aplicações de Internet das Coisas (IoT) nas mais diferentes verticais, como Indústria 4.0, Cidades Inteligentes, Agricultura 4.0, e muitas outras.

O 5G é um caminho sem volta, garantia de vantagem competitiva, redução de custos e níveis alavancados de eficiência jamais vistos. Ao mesmo tempo, reforça a importância de padrões de segurança ainda mais rigorosos, sobretudo se considerarmos o potencial de escalabilidade que essa nova realidade oferece.

Segurança no 5G: olhar caso a caso

Diferente do 4G (e das versões anteriores), cuja arquitetura segue uma abordagem ponto a ponto, a rede 5G tem inspiração nos atuais data centers, com arquitetura baseada em serviços.

Esse modelo fornece um quadro modular, com a possibilidade de serem utilizados componentes das mais diferentes fontes e fornecedores, ao mesmo tempo.

Por sinal, essa é uma das razões por não fazer tanto sentido pensarmos em um padrão único de segurança no âmbito do 5G, que seja válido para todo o ecossistema das soluções.

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Conectividade avançada tem 5G como expoente para revolução digital

Isso porque o grande diferencial reside justamente nas particularidades de cada aplicação, nos diferentes níveis de complexidade e arquiteturas envolvidas no projeto. Somente a partir desse entendimento, caso a caso, é que se pode protocolar o melhor esquema de segurança.

O papel dos fornecedores de IoT na segurança do 5G

Num ambiente cada vez mais dinâmico, com soluções e aplicações variadas, os fornecedores de IoT assumem um papel de grande importância no desenvolvimento de projetos seguros abrangidos pelo 5G.

Além dos rigorosos padrões de segurança já presentes nas redes celulares (os mesmos utilizados por bancos em transações eletrônicas extremamente sensíveis a ataques), os fornecedores podem adicionar outras camadas de proteção que mitigam de forma eficaz os riscos de invasões.

Essas camadas são construídas a partir de um olhar holístico sobre todo o projeto, não focando apenas em um único software ou dispositivo isoladamente. A autenticação de usuários, encriptação de dados e resiliência da rede são alguns dos diversos aspectos que, ao serem considerados em conjunto, elevam a segurança das soluções ofertadas.

Assim, enquanto as operadoras de telecomunicação trabalham na robustez e segurança da infraestrutura de rede e dos dados móveis, os fornecedores de IoT atuam sobre protocolos específicos para o desempenho seguro dos hardwares, softwares e serviços. Somados os esforços, as soluções usufruem de todo o potencial transformador do 5G, sem exposição às crescentes vulnerabilidades do mundo digital.

Conera™: a camada adicional de segurança em IoT da V2COM

O Conera™ é o middleware da V2COM para aplicações em Internet das Coisas plenamente compatível com o 5G

Baseada em um conjunto de patentes, o Conera™ foi desenvolvido para atender à totalidade dos fatores que impactam diretamente no sucesso das soluções de IoT.

Ao se comunicar com os sistemas operacionais mais utilizados no Ecossistema de Internet das Coisas, o Conera™ elimina as complexidades das variáveis de Hardware, gestão e comunicação de dados, o que expande suas possibilidades de aplicação, de forma flexível e segura.

O Conera™ se responsabiliza pelas particularidades de cada meio de comunicação e também por como fazê-las com as propriedades de segurança necessárias. Assim, para as aplicações, basta se preocupar em montar e processar os dados.


Quais os benefícios da tecnologia celular na telemedição de energia elétrica?

Entender por que a tecnologia celular é a melhor opção quando falamos em telemedição inteligente requer o entendimento um pouco mais aprofundado sobre alguns aspectos que compõem esse ecossistema de conectividade.

Primeiramente, é importante ressaltar que a redução no preço do plano de dados e a alavancagem dos projetos de medição inteligente fizeram cair o custo dos dispositivos que utilizam tecnologia celular. Como consequência, as soluções de telemedição permitem que as
iniciativas de digitalização alcançam ROI (Retorno sobre o Investimento) ainda no curto prazo.

Além disso, ao falarmos das características inerentes à rede celular, percebemos que ela atende com bastante eficiência projetos de Internet das Coisas, que envolvem ativos distribuídos, como os dispositivos de medição inteligente.

Isso porque a tecnologia celular oferece ampla infraestrutura já instalada e performance comprovada, além de apresentar cobertura quase completa na maioria das regiões, o que garante escalabilidade mais veloz. A tecnologia ainda permite a medição remota com maior frequência a um custo mais baixo, sem presença física de leituristas.

A tecnologia celular também simplifica a implementação de hardwares e softwares que compõem as aplicações de medição remota. Isso porque as operadoras móveis facilitam a integração com diferentes sistemas (capazes de suportar milhões de dispositivos), que utilizam chaves de segurança e criptografia fortes e oferecem mecanismos seguros de manutenção da rede e dos dados que nela trafegam.

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No que se refere especificamente ao 4G, a última versão (LTE) inclui tecnologias especialmente adaptadas para soluções de Internet das Coisas (IoT). Com a otimização das velocidades de transmissão, potência e custo, as categorias NB2 (NB IoT) e M1 (Cat-M) conseguiram uma
importante redução no custo dos módulos e uma economia significativa no consumo de energia, prolongando a vida útil das baterias. Isso, claro, implica diretamente em maior autonomia e melhor performance das aplicações.

A tecnologia LTE agrega mais segurança à rede elétrica e garante maior eficiência, respondendo aos maiores desafios hoje enfrentados pelas concessionárias. Dada sua baixa latência, os custos de escalonamento das redes inteligentes é cada vez menor. Desse modo, o desempenho dos sistemas é medido em tempo real, tornando a operação mais segura e proativa diante de potenciais falhas que possam ocorrer.

Quais as diferenças entre as tecnologias CAT-M1 e NB-IoT?

Em geral, as aplicações massivas de IoT e máquina a máquina (M2M) manifestam alguns requisitos em comum, que podem ser resumidos em três grandes eixos:

  • Baixa taxa de transmissão de dados, ideal para soluções de telemetria;
  • Custo operacional reduzido, capaz de garantir a escalabilidade das soluções;
  • Bateria de longa duração, sobretudo para aplicações em ambientes remotos e de difícil acesso.

Para justamente atender a essas especificidades, foram projetadas as redes LPWA (do inglês, Low-Power Wide-Area), com capacidade de acomodar um enorme adensamento de dispositivos de IoT, transferindo dados de forma otimizada (a partir de pequenos pacotes
intermitentes), com baixo consumo de energia, elevada segurança e, não menos importante, ampla cobertura de rede (instalação e expansão simplificadas) e custos mais baixos.

Entre as soluções LPWA celulares para Internet das Coisas, certamente o NB-IoT e LTE-M impõem-se como principais referências. Vamos entender um pouco mais algumas diferenças técnicas, fundamentais para definir os casos de uso mais adequados.

Throughput e Largura de Banda

Para avaliarmos as diferenças de throughput, precisamos comparar os valores de pico de downlink (transferência de dados da estação base para os dispositivos) e de uplink (que segue o caminho oposto).

Percebemos valores bem mais elevados para o LTE-M, o que garante uma maior efetividade no tráfego de dados ao longo da banda. Por sinal, no que se refere à largura de banda, vemos que a tecnologia LTE-M também oferece valores mais altos. Isso implica diretamente na sua capacidade de permitir um maior trânsito de dados, mas, por outro lado, leva a um alcance um pouco menor (15 a 20 km) do que o verificado com o NB-IoT (até 35 km).

Mobilidade

Na presença de mobilidade, um dispositivo é capaz de detectar automaticamente quando está se afastando em demasiado de uma estação base (torre celular) e de se conectar a uma outra sem interrupções.

A rede NB-IoT não permite mobilidade, de modo que quando um dispositivo, ao desligar-se da rede, não é capaz de se conectar de forma automática o que, inclusive, aumenta o consumo de energia.

Por essa razão, a rede NB-IoT é indicada para a conexão de dispositivos estáticos, como alarmes, detectores de eventos e medidores inteligentes de energia, gás e água. Já a tecnologia LTE-M suporta casos de uso que demandam mobilidade, como rastreamento de
veículos e animais, por exemplo.

Vida Útil de Baterias

Quando se fala em vida útil de baterias é preciso verificar caso a caso as aplicações envolvidas. Em regra, quanto maior o tráfego de dados, menor a vida útil. Assim, no caso de soluções que priorizam a autonomia dos dispositivos, em detrimento da transmissão de dados, teremos baterias com maior tempo de duração. Isso costuma ocorrer em aplicações que utilizam a tecnologia NB-IoT. No geral, as aplicações em LTE-M apresentam fácil acesso a fornecimento de energia.

Tecnologia Celular: mais segurança para as redes de energia elétrica

Ao gerirem recursos fundamentais à vida dos cidadãos e à saúde econômica dos países, as utilities desempenham um papel de extrema importância. Por essa razão, é fundamental garantir não apenas a segurança física das operações (o que significa salvaguardar uma
quantidade imensurável de recursos naturais), mas também a segurança digital dos dados que trafegam pelas redes inteligentes.
Nesse último quesito em particular, a rede celular oferece uma série de atributos que diretamente aumentam a segurança das aplicações de medição remota contra invasões maliciosas.

No que tange a arquitetura de rede, a tecnologia celular apresenta uma estrutura vertical integrada, com o estabelecimento de conexões diretas na camada de dados entre o dispositivo e a aplicação. Sem elementos intermediários de rede, esse padrão está menos suscetível a ciberataques.

Além disso, a rede celular é capaz de implementar controles de encriptação com AES128 (Padrão Avançado de Criptografia) em nível de Transporte e Aplicação, através de plano de controle individualizado (o que reforça o controle de acesso), sobretudo quando aliado a
chaves privadas (PSK), presentes nos dispositivos inteligentes desenvolvidos por alguns fornecedores.

Ainda, a tecnologia celular permite acesso 100% remoto aos dispositivos em campo. Dessa maneira, é plenamente viável desempenhar rotinas comuns e fundamentais à manutenção da segurança das aplicações sem deslocamentos. Falamos, por exemplo, de aplicações de patches de segurança, reconfigurações remotas, recuperação de dados, resolução de problemas pelas equipes técnicas e updates de firmware.

Por fim, as redes celulares também permitem a implementação de fallback para outras tecnologias, por exemplo, do NB-IoT para o CAT-M1 ou para o 2G. Com um leque maior de opções de conectividade em bandas celulares (com o mesmo protocolo ou com protocolos
diferentes) é possível aumentar a segurança das aplicações, evitando-se interferências maliciosas.

Conera™: a camada adicional de segurança em IoT da V2COM

O Conera™ é o middleware da V2COM para aplicações em Internet das Coisas plenamente compatível com o 5G

Baseada em um conjunto de patentes, o Conera™ foi desenvolvido para atender à totalidade dos fatores que impactam diretamente no sucesso das soluções de IoT.

Ao se comunicar com os sistemas operacionais mais utilizados no Ecossistema de Internet das Coisas, o Conera™ elimina as complexidades das variáveis de Hardware, gestão e comunicação de dados, o que expande suas possibilidades de aplicação, de forma flexível e segura.

O Conera™ se responsabiliza pelas particularidades de cada meio de comunicação e também por como fazê-las com as propriedades de segurança necessárias. Assim, para as aplicações, basta se preocupar em montar e processar os dados.

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Transformação Digital das Utilities: até 25% menos despesas operacionais

A McKinsey já fez um estudo concluindo que o processo de digitalização do setor elétrico pode reduzir em até 25% as despesas operacionais e gerar ganhos entre 20 e 40% em áreas como segurança, confiabilidade, satisfação do usuário e compliance.

Em posse de dados em tempo real e de análises cada vez mais complexas do histórico de processos, está cada vez mais fácil para as concessionárias gerenciar um grande número de ativos e pessoas de um só lugar, o que reduz não apenas os custos de operação, mas também aumenta a segurança e o controle dinâmico de todo o ecossistema produtivo.

Redes elétricas digitalizadas são telemonitoradas ponta a ponta. Fazem uso de um pacote extenso de tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), Big Data, Data Analytics e Inteligência Artificial, capazes de coletar dados e viabilizar o controle e o gerenciamento de todo o sistema elétrico.

Diretamente ligadas ao aumento de eficiência operacional, redução de perdas e incorporação de rotinas de manutenção preditiva, as Smart Grids são compostas por um vasto conjunto de elementos interligados, entre os quais citamos os medidores inteligentes, sistemas de geração distribuída, sistemas de coleta, transmissão e processamento de dados, além de todos os dispositivos inteligentes que garantem e otimizam a conectividade.

A digitalização da rede elétrica  visa otimizar a gestão do fluxo e o consumo de energia, o que leva a uma melhor compreensão da demanda e suas oscilações. Mais do que isso, o gerenciamento digital das linhas garante:

  • o combate eficiente a fraudes e furtos de energia
  • o aumento da segurança dos sistemas e das equipes em campo
  • o armazenamento de energia em horários de pouca de demanda
  • o aumento da vida útil dos equipamentos e componentes em campo
  • a implantação de rotinas de manutenção preditiva
  • a redução dos tempos de interrupção e falhas de fornecimento

O processo de digitalização também agrega mais valor ao serviço prestado pelas distribuidoras que, em posse de uma quantidade infindável de dados, podem arquitetar novos modelos de negócios com impacto direto na relação com os consumidores e com o meio ambiente.

transformação digital utilities

No caso específico do corte e religa de energia, a necessidade de deslocamento das equipes técnicas para o local do serviço acarreta diretamente custos operacionais mais elevados e, claro, mais tempo demandado para a execução da tarefa.

Além disso, a presença física dos trabalhadores para o corte de energia os torna muito mais vulneráveis, sobretudo em cenários de inadimplência recorrente. Não são raras as vezes em que as equipes técnicas são recebidas com bastante violência quando tentam interromper o serviço de distribuição de energia.

Em vista de todas essas complexidades, é possível hoje combater a inadimplência com tecnologia de ponta. Com comunicação celular (e bluetooth em algumas situações) os profissionais técnicos das companhias de energia podem realizar as ações de corte e religa à distância. Não é mais necessário ingressar nas instalações e propriedades dos clientes para a efetivação das tarefas.

MTE N1 e MTR N1: segurança e eficiência operacional

Solução completa para leitura remota do consumo de energia e corte remoto do serviço de fornecimento via tecnologia celular de baixo custo NB-IoT.

Com o MTE N1 é possível efetuar a leitura remota do medidor de energia elétrica via comunicação PIMA, com o corte remoto do fornecimento efetuado diretamente no disjuntor do medidor. Com isso, é possível reduzir importantes custos operacionais, diminuindo o deslocamento de profissionais para a execução das tarefas.

Já com o MTR N1, o corte é efetuado no nível do ramal com blindagem total à rede de energia. Há também a possibilidade de comunicação Bluetooth para corte do tipo walking-by. Desse modo, as equipes técnicas não precisam adentrar a propriedade dos clientes para interromper o fornecimento do serviço, o que lhes garante muito mais segurança.

MTE N1 e MTR N1 estão disponíveis em duas versões, monofásica e trifásica.

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fraude de energia

Tecnologia digital para corte e religa de energia: mais segurança e eficiência

Por estarem imersas em um ambiente de forte regulação, as empresas do setor de energia são fortemente impactadas pelo grande desafio de gerar receita sem o aumento desenfreado das tarifas pela prestação dos serviços.

Além disso, a legislação aplicável ao setor impõe uma série de diretrizes com vistas a garantir a prestação de um serviço de qualidade, capaz de atender à demanda de energia com o máximo de efetividade possível.

Por essa razão, as concessionárias de energia estão em busca constante por novas tecnologias capazes de garantir a eficiência do serviço prestado com o mínimo possível de custos operacionais. Entre as principais inovações, destacam-se as soluções para telegestão, telemedição, corte e religa remoto de energia.

Esses avanços estão diretamente ligados ao desenvolvimento das redes celulares (com ampla cobertura nacional e internacional) nos últimos anos, que permitiu a escalabilidade de aplicações robustas e seguras, capazes de trazer para o ambiente digital rotinas, e até mesmo processos inteiros, antes oneradas pelas limitações custosas do mundo físico.

Digitalização do Corte e Religa de Energia

No caso específico do corte e religa de energia, a necessidade de deslocamento das equipes técnicas para o local do serviço acarreta diretamente custos operacionais mais elevados e, claro, mais tempo demandado para a execução da tarefa.

Além disso, a presença física dos trabalhadores para o corte de energia os torna muito mais vulneráveis, sobretudo em cenários de inadimplência recorrente. Não são raras as vezes em que as equipes técnicas são recebidas com bastante violência quando tentam interromper o serviço de distribuição de energia.

Em vista de todas essas complexidades, é possível hoje combater a inadimplência com tecnologia de ponta. Com comunicação celular (e bluetooth em algumas situações) os profissionais técnicos das companhias de energia podem realizar as ações de corte e religa à distância. Não é mais necessário ingressar nas instalações e propriedades dos clientes para a efetivação das tarefas.

O serviço remoto, além de acelerar toda essa dinâmica, permitindo que uma mesma equipe consiga operar vários pontos com muito mais efetividade e agilidade, ainda garante a segurança dos trabalhadores, que não ficam mais expostos aos riscos de sofrerem qualquer tipo de ameaça ou violência física por parte dos clientes inadimplentes.

Além disso, a tecnologia remota acelera o ciclo entre o vencimento da fatura e o efetivo encerramento dos contratos de prestação de serviço, o que garante importante redução de custos operacionais, sem a necessidade de deslocamentos constantes.

Os dispositivos que efetivam o corte e religa da energia podem ser instalados tanto no nível dos medidores de energia, quanto no ramal que efetiva a comunicação entre os postes da distribuidora e os clientes finais.

Veja também:
Como a tecnologia viabiliza os prosumidores nas Smart Grids?

Importante destacar que, no caso da instalação em âmbito do ramal, toda a operação se dá fora da propriedade do cliente, garantindo mais segurança e agilidade. Ainda mais, como a tecnologia é ajustada de forma individualizada, não há mais necessidade de desligamentos que possam acometer uma rede inteira de distribuição.

Além disso, mais do que os ganhos operacionais experimentados pela concessionária e a segurança das equipes técnicas, não se pode esquecer dos ganhos que a comunidade, como um todo, usufrui com a incorporação das tecnologias remotas.

Uma vez que os problemas são combatidos com mais celeridade, diminui-se o repasse da inadimplência para os clientes que assumem o compromisso de pagamento em dia, mantendo-se o valor das tarifas de energia.

MTE N1 e MTR N1: segurança e eficiência operacional

Solução completa para leitura remota do consumo de energia e corte remoto do serviço de fornecimento via tecnologia celular de baixo custo NB-IoT.

Com o MTE N1 é possível efetuar a leitura remota do medidor via comunicação PIMA, com o corte remoto do fornecimento de energia efetuado diretamente no disjuntor do medidor. Com isso, é possível reduzir importantes custos operacionais, diminuindo o deslocamento de profissionais para a execução das tarefas.

Já com o MTR N1, o corte é efetuado no nível do ramal com blindagem total à rede de energia. Há também a possibilidade de comunicação Bluetooth para corte do tipo walking-by. Desse modo, as equipes técnicas não precisam adentrar a propriedade dos clientes para interromper o fornecimento do serviço, o que lhes garante muito mais segurança.

MTE N1 e MTR N1 estão disponíveis em duas versões, monofásica e trifásica.

 

 


Guilherme Spina - Webinars 2020

5G é mais que conectividade: traz ganhos reais em produtividade

A Amcham Campinas promoveu hoje (06/05) um debate sobre a tecnologia 5G guiado pelo CEO da V2COM WEG Group, Guilherme Spina, e pelo diretor da Embratel (Claro) para mercados empresariais, Adriano Pires. O evento contou com a participação de importantes agentes do mercado e membros da câmara.

Em sua apresentação, Guilherme Spina destacou os avanços das fases de testes conduzidas no Open Lab 5G WEG/V2COM, em um ambiente real de fábrica, em Jaraguá do Sul (SC). Tomando o 5G como um grande vetor de aceleração da digitalização de ativos reais, Spina explicou sobre a importância do projeto para a criação de ofertas ao mercado que, de fato, sejam moldadas para as mais diferentes demandas e realidades empresariais e produtivas.

Os testes ajudam a estabelecer e melhor segmentar os casos de uso do 5G de acordo com cenários diversos. Entre eles, podemos destacar:

  • os que se orientam para geração de receita ou economia de custos;
  • modelos de negócios a partir de redes 100% privativas ou com utilização de faixas de frequência licenciadas pelas operadoras de telecom;
  • diferentes aplicações do 5G de acordo com o porte, modelo operacional e segmento das empresas;
  • particularidades dos ambientes que acomodam as aplicações, sejam elas indoor ou outdoor.

https://www.youtube.com/watch?v=bTwsl2A-y48

Ainda apresentando os resultados experimentados no Open Lab, Spina ressaltou a importância do 5G para aplicações que demandam mobilidade, como os robôs autoguiados.

Esse avanço está diretamente relacionado às características que a nova tecnologia prometeu oferecer desde o lançamento do release 15 do 3GPP, de fato comprovadas na prática. Falamos especialmente da baixíssima latência, alta velocidade, densificação e confiabilidade inerentes à rede de quinta geração. Por estarem em constante movimento, esses robôs (e, por extensão, outros veículos autônomos) precisam de resposta imediata e ausência de interferências para operarem perfeitamente.

Já em sua apresentação, Adriano Pires, diretor da Embratel, destacou a importância do Open Lab 5G como um ambiente de testes contínuo, que há mais de um ano vem comprovando com dados reais o grande potencial da nova rede no contexto das tecnologias da indústria 4.0.

Adriano destacou que na fase atual do projeto, composta por um cenário em que toda a arquitetura de rede e o core estão em 5G, abre-se grande espaço para avanços robustos em computação de borda (Edge Computing), trazendo para a ponta da operação uma capacidade de processamento de dados jamais vista.

Saiba mais sobre o Open Lab 5G

No final das apresentações, após uma série de perguntas e debates sobre a aplicação prática do 5G, ficou claro que, mais do que conectividade pura e simplesmente, a nova tecnologia está sendo efetivamente aplicada para casos de uso reais que trazem ganhos importantes em produtividade e eficiência.


Gateway Industrial

Gateways Industriais: comunicação ponta a ponta otimizada

O ecossistema da Internet das Coisas (IoT) tem sido cada vez mais explorado por diferentes verticais de mercado com o intuito de extrair o máximo proveito dos dados gerados durante o processo produtivo.

Ao interligar uma série de tecnologias, como as de Cloud, Edge, Big Data e Inteligência Artificial, a IoT viabiliza a comunicação entre diferentes equipamentos, máquinas, controladores, sensores e outros dispositivos, de tal modo a construir um fluxo inteligente de informações, de ponta a ponta.

Nesse trajeto, os gateways são responsáveis por viabilizarem a comunicação entre os sensores e a nuvem, atuando como o iniciador da cadeia de comunicação em IoT.

NG 41
       NG 41: Comunicação Wireless Inteligente

Mais do que isso, com um ambiente de conectividade cada vez mais complexo, marcado por diferentes protocolos e uma vasta gama de sensores, atuadores, transmissores, etc, os gateways reduzem complexidades, permitindo uma comunicação harmônica e eficaz entre os dispositivos conectados.

Ainda, realizam o processamento inicial de dados, otimizando toda a cadeia de comunicação subsequente, até os sistemas de gestão integrada (SGI).

Em outras palavras, os gateways são os tradutores universais da cadeia de IoT, sintonizando diferentes redes e equipamentos, independentemente do protocolo, arquitetura e ambiente que os regule.

Gateways Industriais: uma realidade em rápida expansão

A aplicação de gateways no ambiente industrial representou um importante salto no processo de digitalização, trazendo para a realidade as chamadas fábricas inteligentes, onde a coleta e o compartilhamento de dados integram o ecossistema de comunicação entre máquinas, dispositivos e sistemas de controle.

Neste ambiente, é possível articular uma arquitetura de comunicação de tal modo que todos os dados trafegados nos processos industriais até a nuvem passem pelos gateways. Para tanto, utiliza-se um Controlador Lógico Programável, que justamente atua como um gateway, efetivando a conexão entre a nuvem e os CLPs da rede de controle e os demais dispositivos presentes no ambiente.

Veja também:
Redes privadas acomodam versatilidade das aplicações indoor de IoT

Os gateways industriais também são marcados por grande versatilidade, podendo ser utilizados tanto em aplicações simples, de pequenas manufaturas, até mesmo em ecossistemas bastante complexos, conectando não apenas os equipamentos entre si, mas também grandes complexos industriais.

Nesse último cenário, falamos de milhares de dados gerados a cada segundo, o que exige uma capacidade de processamento extremamente robusta. Além disso, com a capacidade de filtragem inteligente, os gateways atuam como um importante otimizador de dados, enviando para a nuvem apenas aquilo que seja de fato relevante para a tomada de decisão. Com isso, diminui-se o volume de dados processados e, por extensão, otimiza-se a largura de banda necessária nas operações.


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