IoT

McKinsey explica por que algumas empresas têm mais sucesso em IoT

Em recente relatório publicado pela McKinsey, foram apontadas as razões que fazem da Internet das Coisas (IoT) um case de enorme sucesso para algumas empresas. A pesquisa entrevistou 300 companhias com grandes projetos em andamento e que já passaram das fases de piloto.

De imediato, a consultoria classificou as organizações em três categorias:

  • 17% delas apontaram impacto financeiro (redução de custos e aumento de faturação) acima dos 15%;
  • 66% apresentaram taxas de impacto entre 5 e 15%;
  • 17% mantiveram-se abaixo dos 5%.

A pesquisa detalhou alguns dos principais aspectos que levam algumas dessas empresas a terem mais sucesso do que outras.

Empresas "agressivas" aprendem mais rápido

Um maior número de projetos de IoT em andamento acelera a curva de aprendizagem e traz retornos financeiros mais expressivos. E por projetos não se deve entender apenas os pilotos, mas sobretudo a fase posterior, em que as tecnologias são postas em contato com a realidade operacional da empresa como um todo.

Além disso, os líderes envolvidos nos projetos de sucesso constantemente fizeram esforços para mudar processos de negócios com o objetivo de capitalizar o potencial das novas aplicações de IoT.

Ficou claro pelos achados que iniciar esforços o quanto antes, dando-lhes a devida extensão necessária para surtir os efeitos esperados, é a maneira mais assertiva de obter sucesso.

A McKinsey concluiu que, em média, os primeiros 15 projetos de IoT implantados costumam trazer um retorno financeiro não tão impactante quando comparado às empresas que implantaram em torno de 30 cases. Nesse último cenário, a curva de aprendizagem já foi inteiramente percorrida, de tal modo que o impacto na redução de custos e na elevação das receitas é surpreendentemente expressivo.

Observe esses dados no gráfico abaixo:

IoT
                                                                              Fonte: McKinsey

A consultoria ainda concluiu com a pesquisa que as empresas que auferem mais de 15% em impacto financeiro possuem, em média, 80% mais projetos de IoT do que as empresas com menos sucesso. Além disso, elas chegarão a experimentar 13% de crescimento no lucro bruto até 2021, porcentagem três vezes maior do que as empresas mais lentas nas implantações.

Empresas líderes vêm IoT de forma pragmática

As empresas líderes em IoT costumam adotar uma abordagem bastante pragmática diante das novas tecnologias. Em vez de perseguir oportunidades inovadoras muito além de suas bases tradicionais de negócios, elas usam as soluções de IoT para aumentar as ofertas existentes, gerando ainda mais valor agregado perante os clientes.

De acordo com a pesquisa, os líderes de IoT têm três vezes mais probabilidade de afirmar que sua principal prioridade é adicionar recursos das novas tecnologias aos produtos existentes. Assim, as empresas de mais sucesso são pragmáticas nas implantações, desenvolvem as ofertas em torno de produtos e serviços que já fazem parte de seu portfólio.

IoT
                                                                                      Fonte: McKinsey

A pesquisa ainda provou que nos cases de maior sucesso, os executivos C-level estiveram diretamente envolvidos com os projetos. 72% das empresas que afirmam perceber retornos interessantes conseguem nomear claramente os executivos que estiveram atuantes nos esforços de transformação digital.

A forte participação de um CEO que defende os projetos de IoT está 2,4 vezes mais presente nas empresas de sucesso quando comparada às que ainda estão nas fases mais iniciais. A liderança engajada é ainda fundamental para elevar o comprometimento de todas as equipes envolvidas nos esforços de implantação, desde os níveis mais estratégicos até os operacionais. E essa atuação comprometida é apontada como um dos fatores cruciais para garantir o sucesso das iniciativas de Internet das Coisas dentro das organizações.

Empresas de sucesso confiam na expertise dos parceiros externos

O estudo ainda deixou claro que as empresas no topo da pirâmide de sucesso são aquelas que confiam em parceiros externos para o desenvolvimento e aplicação das novas soluções. Elas não costumam gastar esforços e dinheiro para criar tecnologias avançadas se puderem obtê-las de forma mais fácil e menos custosa através de parceiros externos, com expertise comprovada.

O relatório da McKinsey deixa evidente que os líderes dos projetos de IoT das empresas preferem atrair recursos de um ecossistema de parceiros de tecnologia, em vez de confiar nos recursos internos. E isso inclui, sobretudo, a escolha das plataformas de IoT que mais se adequem às novas exigências de negócios.

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                                                                    Fonte: McKinsey

Um outro dado interessante é que, embora 90% de todos os usuários de IoT em escala digam que estão usando as plataformas de terceiros, as empresas com mais resultados na área têm 40% menos probabilidade de exigir que sua plataforma de IoT seja executada no local e não na nuvem.

Plataforma de IoT V2COM: uma história de sucesso ponta à ponta

O mercado de plataformas de IoT tem experimentado um enorme crescimento nos últimos anos. Essas soluções estão ganhando cada vez mais espaço e importância em diversos setores. Ao escolher a plataforma certa, certamente garante-se a escalabilidade dos projetos com muito mais eficiência.

A V2COM consolidou-se no mercado nacional e internacional por ser um dos poucos fornecedores de soluções de IoT ponta à ponta. Através disso, garante um elevado grau de customização dos projetos que, assim, adequam-se com bastante profundidade às mais diferentes necessidades dos clientes.

Por desenvolver integralmente tanto hardware quanto software, a V2COM alcançou um padrão de tecnologia plenamente compatível com as inovações, integrando-se perfeitamente a diferentes realidades de forma bastante ágil. Por consequência, os clientes auferem elevado impacto financeiro e escalabilidade dos projetos em curto intervalo de tempo.

Para saber todos os detalhes de nossa premiada Plataforma de IoT, entre em contato pelo formulário abaixo

 

 

 

 


Lei Geral de Proteção de Dados

Lei Geral de Proteção de Dados: mudanças impactam a cibersegurança

Nos últimos dias de 2018, foi publicado o texto da Medida Provisória n° 869 (MP 869/2018). Além de alterar importantes aspectos da Lei n° 13.709/2018, também chamada de Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a MP criou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Importante ressaltar que as Medidas Provisórias possuem aplicação imediata, mas a conversão em lei está condicionada à apreciação do Congresso Nacional no prazo de 60 dias (prorrogável por igual período). Assim, nos próximos meses, o novo Congresso eleito definirá a situação.

Acompanhar de perto essas alterações legislativas é fundamental para empresas que façam uso, coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais de indivíduos em geral, sejam eles consumidores finais, funcionários ou acionistas.

Por essa razão, trazemos as principais alterações que a MP gerou na Lei Geral de Proteção de Dados:

Criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)

Composta por 5 diretores e vinculada diretamente à Presidência da República, a ANPD contará com um Conselho Nacional de Proteção de Dados, composto por 23 representantes dos mais diversos setores.

Alteração de competências 

  • A ANPD deverá se articular com as autoridades reguladoras públicas (como, BACEN e agências reguladoras) para exercer suas competências em setores específicos de atividades econômicas e governamentais sujeitas à regulação;
  • Não estará mais dentre as suas obrigações elaborar a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
  • Um fórum permanente de comunicação com órgãos e entidades da administração pública que se sejam responsáveis pela regulação de setores específicos da atividade econômica e governamental, com foco em facilitar as competências regulatória, fiscalizatória e punitiva da ANPD.

Data Protection Officer (DPO) não precisa mais ser uma Pessoa Natural

A partir da alteração, pessoas jurídicas, comitês e outros grupos de trabalho poderão exercer as funções de DPO. Mais do que isso, a MP legitima a contratação de prestadores de serviço externos (terceirização) para a execução dos trabalhos.

Dados de saúde podem ser compartilhados

Apenas quando houver finalidade de prestação de serviços de saúde suplementar, mesmo que haja objetivo de vantagem econômico. Manteve-se, no entanto, a proibição de comercializar de forma simples e pura os dados de saúde (raw data).

Obrigação de transparência e informações para titular dos dados foram diminuídas

Isso quando o tratamento estiver plenamente fundamentado em bases legais de cumprimento de obrigação legal e de política pública.

Revogada a revisão de decisões totalmente automatizadas por pessoa natural

Até antes da MP, quando ocorresse afetação de interesses dos titulares dos dados em razão de decisões 100% automatizadas, era necessária a revisão por pessoa natural. A partir de agora, os interessados permanecem com o direito, mas foi atribuída à ANPD a competência de requisitar informações aos controladores e operadores que realizem as operações de tratamento desses dados.

Ampliou-se o compartilhamento de dados pessoais em posse do Poder Público com entes privados

Isso poderá acontecer nas seguintes circunstâncias:

  • quando houver previsão legal ou através de instrumentos jurídicos administrativos
  • quando o fim for a prevenção a fraudes, segurança e integridade do titular de dados
  • quando os dados forem publicamente acessíveis
  • quando o ente privado indicar um encarregado

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A partir dessas e outras mudanças legislativas, que vêm ocorrendo nos últimos meses, as empresas terão a necessidade de elevar o padrão de governança sobre as bases de dados pessoais, com a implementação de medidas de controles técnicos e administrativos que possam garantir a proteção e segurança das informações.

A adoção de tecnologias digitais e de soluções de IoT, claro, elevou os padrões de autonomia e a eficiência das empresas, mas também trouxe a necessidade de mudanças em todos os aspectos da cibersegurança no mundo digital. As alterações na Lei Geral de Proteção de Dados são apenas um dos passos que prometem reestruturar as rotinas de trabalho de organizações dos mais diversos setores que desejam consolidar sua versão 4.0.

*alguns dados do presente artigo foram extraídos de publicações dos escritórios Peck Advogados e Baptista Luz Advogados

Plataforma de IoT

Plataforma de IoT: a escolha-chave para a transformação digital

A plataforma de Iot é o centro de toda a operação de transformação digital por que passa uma empresa. E, por conta disso, é fundamental que ela se adeque perfeitamente às necessidades e estratégias futuras que a equipe diretiva desenhou.

Há quem prefira desenvolver os sistemas internamente, mas nessa jornada a velocidade é um atributo essencial para as organizações que pretendem conquistar vantagem competitiva em seus respectivos negócios nos próximos anos.

E, dessa forma, utilizar expertise comprovada de parceiros externos é certamente a melhor opção para escalar resultados, com custos otimizados e segurança.

Mercado Plataformas IoT - 2018 a 2023
Fonte: IoT Analytics

Para escolher o melhor desenvolvedor é importante analisar alguns atributos que compõem as plataformas de IoT. Sobretudo, é fundamental optar por aquele que se posicione como um verdadeiro parceiro de negócios e não apenas um fornecedor externo.

Entre os principais itens a serem analisados, destacam-se:

Escalabilidade

Esse é certamente um dos principais objetivos de qualquer empresa, não importa qual seja o segmento de negócios. Afinal, é a partir da escalabilidade que se pode alcançar a transformação digital de forma macro.

Entretanto, como se sabe, a complexidade do processamento de dados é maior à medida que o número de dispositivos conectados aumenta, o que, por sua vez, torna a escalabilidade um fator crítico no momento de escolher um fornecedor de plataforma de IoT.

Além disso, uma vez que a realidade da empresa passa a contar com um número enorme de dispositivos conectados, é preciso ter mapeado que os custos e riscos associados aos dados e aos hardwares envolvidos nos projetos também aumentam.

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Por que minha empresa precisa de uma plataforma de IoT?

Por essa razão, é fundamental que a plataforma de IoT escolhida esteja preparada para lidar com o aumento de carga de dados à medida que a expansão da digitalização ocorre. Caso contrário, os projetos ficam limitados e não alcançam o potencial de retorno financeiro que as novas tecnologias trazem aos negócios.

Além disso, é preciso pensar na escalabilidade ao longo do tempo. Conforme passam os anos, novos padrões tecnológicos surgem e, caso a plataforma escolhida lá trás não esteja preparada para acompanhar a inovação, certamente os custos de desenvolvimento serão infinitamente maiores que o retorno esperado.

Por essa razão, é preciso escalar de forma flexível e dinâmica, optando por tecnologias versáteis que se adequem à modernização dos protocolos, processos e hardwares.

Infraestrutura de nuvem

Esse é um dos critérios mais importantes no momento de escolher a plataforma de IoT adequada para seu padrão de negócios. É fundamental que exista adaptabilidade ao sistema de TI já existente.

Nesse cenário, a composição híbrida oferece a facilidade de acesso a recursos da nuvem privada, adequando-o à escalabilidade da nuvem pública.

Com isso é possível reduzir a latência e o tempo de acesso de maneira significativa. Ao mesmo tempo, também são aproveitados os recursos da nuvem pública, especialmente quando as tarefas excederem a carga de componentes.

A forma híbrida permite que informações críticas sejam retidas na nuvem local e as menos críticas sejam armazenadas na nuvem pública.

Segurança

Este já o critério apontado como mais importante por diversos centros de pesquisa espalhados pelo mundo. Com um número cada vez maior de dados em circulação é evidente que os ataques tendem a aumentar.

Por essa razão, o desenvolvedor da plataforma de IoT deve estar plenamente preparado para interrupções de infraestrutura de TI, seja por condições normais, seja por ataques cibernéticos.

Uma das maneiras de verificar o padrão de segurança é através do provedor da plataforma. Além disso, é importante verificar as estratégias de recuperação aplicadas pelo fornecedor, a infraestrutura ofertada para gerenciamento de dados e também a frequência com que a plataforma recebe backup.

Por fim, é fundamental verificar se são fornecidos failover clusters que assumam a carga de trabalho em caso de inatividade, de modo que seja garantida a disponibilidade dos dados.

Adequação à realidade de negócios

Não se pode esquecer que as tecnologias de IoT propostas não podem se fechar em si mesmas. Isso quer dizer que não basta a robustez das soluções, é preciso que elas estejam voltadas a aumentar a eficiência dos processos, otimizar recursos e trazer retorno financeiro. Afinal, sem isso, tudo não passa de um grande jogo de testes.

Por essa razão, é muito importante analisar a plataforma de IoT de uma maneira macro. Entender que por trás dela deve existir uma equipe com olhar não apenas técnico, mas sobretudo estratégico, capaz de mapear oportunidades e se adequar às novas realidades e desafios que surgem dia após dia.

Os aplicativos devem ser personalizados, a estratégia de implantação deve ser rápida e segura e, ao mesmo tempo, a plataforma de IoT deve conversar com os sistemas de TI vigentes.

Afinal, a transformação digital propiciada pela Internet das Coisas veio para agregar valor e não apenas substituir rotinas de trabalho de forma aleatória.

Plataforma de IoT V2COM

A V2COM consolidou-se no mercado nacional e internacional por ser um dos poucos fornecedores de soluções de IoT ponta à ponta. Através disso, garante um elevado grau de customização dos projetos que, assim, adequam-se com bastante profundidade às mais diferentes necessidades dos clientes.

Por desenvolver integralmente tanto hardware quanto software, a V2COM alcançou um padrão de tecnologia plenamente compatível com as inovações, integrando-se perfeitamente a diferentes realidades de forma bastante ágil. Por consequência, os clientes auferem elevado impacto financeiro e escalabilidade dos projetos em curto intervalo de tempo.

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Logística 4.0

Logística 4.0 - uma nova realidade criada pela IoT

Logística 4.0 - uma nova realidade criada pela IoT

O setor de logística é um dos que têm mais oportunidades de melhorar produtividade e eficiência a partir do uso de IoT. E isso vale especialmente no Brasil, onde existe grande potencial para melhorias.

Números levantados pela Cisco e pela grande referência da área, a DHL, comprovam o otimismo em torno do potencial da Internet das Coisas na chamada Logística 4.0. Mostrou-se que, nos próximos dez anos, as novas tecnologias poderão agregar até US$ 1,9 trilhão em investimentos.

O impacto positivo que os benefícios da IoT trazem à Logística 4.0 é tão grande justamente porque ele não se limita ao segmento em si. Afinal, todo setor da economia, de alguma maneira, depende dele. O aumento da eficiência logística, direta ou indiretamente, acaba agregando valor à economia como um todo.

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Smart farms tomam conta do campo com novas tecnologias de IoT

Seja através da capacidade de impor mais eficiência na gestão da cadeia de suprimentos, controlar melhor os centros de distribuição e até mesmo acompanhar em tempo real suas frotas, as novas tecnologias prometem não apenas o aumento da eficiência, mas também uma redução bastante considerável dos custos. Em países como o Brasil, cujas dimensões são continentais, esse impacto é ainda mais importante, dado que grande parte da cadeia de valor das empresas depende de uma logística saudável e mais econômica.

Controle de frotas eleva segurança e aumenta eficiência

Nesse processo, o monitoramento e o rastreamento das cargas têm contado com uma gama cada vez maior de soluções que tornam esse caminho mais eficiente. Como exemplo, destacam-se o controle de rotas, inclusive com sugestão dos melhores caminhos, o agendamento automático para busca de materiais e até mesmo a verificação do grau de cansaço dos motoristas seguido de alertas sobre a necessidade de descanso imediato.

Logística 4.0

Existem ainda tecnologias que garantem o monitoramento em tempo real dos veículos, alertando sobre os prazos de manutenção e licenças específicas. Há também a implantação de sensores inteligentes que permitem avisar máquinas agrícolas sobre o exato momento em que devem ser reabastecidas, evitando paradas repentinas de trabalho e, claro, prejuízos aos negócios.

A Logística 4.0 ganhou também o apoio das etiquetas RFID e outros leitores de códigos de barras para simplificar a gestão do estoque e movimentação de produtos e equipamentos. Grandes empresas como a  Gerdau, por exemplo, já tem seus sistemas baseados em RFID de tal modo que passaram a executar a gestão do estoque de modo muito mais rápido e inteligente. Hoje, os motoristas dos caminhões conseguem saber os horários disponíveis para buscar novas mercadorias sem ter que passar por longas filas, por exemplo.

Como se sabe, a conectividade é base fundamental para que essas novas tecnologias possam desempenhar de forma adequada. Isso vale especialmente para o monitoramento de frotas nas estradas, um dos segmentos com maior número de projetos na área de IoT, no Brasil. Nessa realidade particular, a Internet das Coisas tem garantido a segurança dos motoristas, da frota e dos ativos transportados. Com o monitoramento 24 horas do veículo, rastreamento via satélite e até mesmo travamento e destravamento remoto ficou muito mais seguro percorrer longas distâncias em estradas ainda marcadas por diversos casos de roubos.

Soluções de IoT devem ser versáteis e individualizadas

A Logística 4.0 é extremamente complexa e, por conta disso, conta com uma série de processos que podem ser melhorados com o uso de IoT. Para desenvolver as soluções que sejam mais eficientes é fundamental que os projetos sejam bastante individualizados e atendam a realidade particular de uma determinada empresa.

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A V2COM, em seus mais de 16 anos de história, é conhecida nacional e internacionalmente por sua excelente capacidade de customizar soluções a partir de tecnologias próprias desenvolvidas por equipes de engenheiros altamente capacitadas.

Por essa razão, ela é capaz de garantir grande versatilidade aos projetos, sem perder de vista a necessidade extrema de segurança da informação e, claro, agilidade de implantação.

 

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IoT

IDC aponta mais de 1 trilhão de dólares em investimentos com IoT

IDC aponta mais de 1 trilhão de dólares em investimentos com IoT

Os investimentos mundiais com tecnologias de Internet das Coisas (IoT) deverão ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão até 2022, de acordo com uma nova previsão da empresa de pesquisa IDC.

Só em 2019 são esperados mais de 15,4% de aumento nos gastos com IoT, alcançando o montante de US$ 745 bilhões em comparação aos US$ 646 bilhões do ano passado. Essa elevação deve-se tanto à adoção das tecnologias no ambiente corporativo quanto no dos consumidores.

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A IDC prevê que os maiores gastos com soluções de IoT em 2019 ocorrerão em manufaturas, setor em que são esperados quase US$ 120 bilhões investidos nessas tecnologias. Os setores de transporte e serviços públicos também apresentam previsões elevadas.

“A adoção da IoT está acontecendo em todos os setores, nos governos e no cotidiano dos consumidores. Estamos observando cada vez mais como os dados gerados pelos dispositivos conectados estão ajudando as empresas a atuar com mais eficiência, obter insights sobre os processos de negócios e tomar decisões em tempo real. Para os consumidores, o acesso aos dados está mudando a forma como eles são informados sobre o status dos domicílios, veículos e membros da família, bem como sobre sua própria saúde e boa forma física ”, disse Carrie MacGillivray, vice-presidente de IoT e mobilidade da IDC.

Os gastos com hardware ficarão em US$ 250 bilhões, liderados por mais de US$ 200 bilhões em compras de dispositivos e sensores. Os gastos com software e plataformas de IoT totalizarão US$ 154 bilhões e deverão registrar o crescimento mais rápido ao longo dos próximos cinco anos. A pesquisa ainda aponta que os investimentos em conectividade de módulos de IoT totalizarão US$ 83 bilhões em 2019.

Estados Unidos e a China serão os países com mais investimentos na área, alcançando US$ 194 bilhões e US$ 182 bilhões, respectivamente. O Japão ficará em terceiro lugar, com US$ 65,4 bilhões previstos. Na sequência aparecem Alemanha (US$ 35,5 bilhões), Coréia (US$ 25,7 bilhões), França (US$ 25,6 bilhões) e Reino Unido (US$ 25,5 bilhões).


Indústria 4.0

Indústria 4.0: dados atualizados sobre o cenário brasileiro

Indústria 4.0: dados atualizados sobre o cenário brasileiro

 

Alguns chamam de Quarta Revolução Industrial. Outros preferem Indústria 4.0. Há os que defendem que não se trata de uma revolução propriamente dita, mas sim de uma reestruturação radical de processos que, digitalizados, tornam-se mais rápidos e eficientes.

Independentemente da nomenclatura, está claro que indústrias de diferentes segmentos vêm sofrendo  o impacto da transformação digital em todo o mundo. E com ela surgiram novas demandas que, muitas vezes, desafiam a estabilidade corporativa, exigindo decisões rápidas e de forte impacto.

O Brasil, claro, não está fora dessa nova realidade. Entretanto, o país ainda percorre passos curtos quando o assunto é a consolidação de sua Indústria 4.0.

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Indústria 4.0 – resultado de uma sucessão de momentos de alavancagem produtiva

 

O processo produtivo das indústrias está em constante transformação, desde a chamada Primeira Revolução Industrial. Década após década, novas tecnologias emergem e desaparecem, alterando a rotina fabril.

Em alguns momentos dessa trajetória, a inovação é tão poderosa a ponto de gerar mudanças radicais na eficiência da linha de produção, elevando-a a níveis bastante expressivos. Esses verdadeiros pontos de inflexão são denominados de alavancagem produtiva.

Nessas situações, torna-se mandatória a rearticulação da cadeia produtiva, em seus mais variados aspectos. E isso, claro, ocorre a partir da iniciativa da alta liderança das indústrias que, ao adaptar sua estratégia à nova realidade tecnológica, precisa atentar-se aos possíveis impactos e também a formas de mitigar riscos. Inovações disruptivas alteram o status quo, forçando a revisão de parâmetros que antes garantiam vantagem competitiva.

O quadro abaixo detalha alguns desses momentos:

Indústria 4.0 - alavancagem tecnológica
FONTE: Economist; Ivey Business Journal; MIT; Wilson Center.

 

Nasce uma indústria de dados

A atual fase de alavancagem por que passa a indústria está fortemente associada aos conceitos de Internet das Coisas (IoT), automação de processos, Big Data e Inteligência Artificial. Todos eles integrados proporcionaram um crescimento produtivo em escala exponencial, algo talvez nunca antes verificado na história.

Pela primeira vez, os mundos físico, digital e biológico uniram-se, gerando impactos radicais em diversos setores da economia.

Especificamente na indústria, a transformação digital incrementou profundamente o potencial produtivo. Mais do que isso, criou uma nova dinâmica entre máquinas e humanos que passaram a trabalhar de forma integrada e, por que não, interdependente.

Dessa articulação, surgem quantidades enormes de dados que, a cada segundo, são captados por hardwares e organizados por softwares inteligentes, gerando análises de elevada complexidade. Esse mecanismo garante a tomada de decisão em tempo real, otimizando os ciclos de identificação e correção de erros processuais. Como consequência, notam-se uma importante elevação da capacidade produtiva, a redução de custos e, claro, o melhor posicionamento competitivo.

Esse panorama é o que hoje se denomina Indústria 4.0. Se por um lado é certa a sua expansão em escala global, por outro ainda se verifica um desnível importante entre diferentes países e segmentos industriais quanto ao grau de maturidade da digitalização produtiva.

 

Panorama geral da Indústria Brasileira

 

Um recente estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que dos 24 setores industriais do Brasil, 14 estão atrasados na adoção de tecnologias digitais. O mais interessante é que esse grupo é responsável por cerca de 40% de toda produção industrial do país, segundo o IBGE. Assim, quase metade de tudo o que a indústria brasileira produz ainda não é resultado de uma realidade digital plenamente automatizada.

A participação da indústria de transformação - aquela que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário - no PIB brasileiro vem apresentando quedas sucessivas. Dados de 2016/2017 demonstram o menor valor, em décadas de estatísticas (veja gráfico abaixo). Especialistas acreditam que o Brasil não chegou ao seu máximo de potencialidade industrial para que essas quedas sucessivas fossem justificadas. Ao contrário, defendem um importante potencial de expansão, muitas vezes abafado por particularidades de nossa economia e infraestrutura deficitária.

 

Indústria de Transformação no PIB brasileiro (%)

Indústria no PIB brasileiro (%)
Fonte: Confederação Nacional da Indústria (CNI)

 

Ainda nesse sentindo, o Índice Global de Inovação de 2018  colocou o Brasil em 64º lugar entre 126 países analisados. Dentro da região latino-americana, o país ficou na 6ª colocação. Embora tenhamos subido 5 posições em relação a 2017, ainda não firmamos uma posição de destaque na escala global. Há, portanto, um grande espaço de oportunidades a ser percorrido.

Esse índice - publicado anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela OMPI – leva em consideração dados como investimento em P&D, níveis de educação, incremento de produtividade e exportação de produtos de alta tecnologia.

 

Índice Global de Inovação (2018)

Índice Global de Inovação 2018
Fonte: Universidade Cornell, INSEAD, OMPI (2018)

 

Os índices de melhor desempenho do país relacionam-se aos investimentos em educação, em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e absorção de conhecimentos. Em potencial de escala de negócios nos destacamos na oitava posição o que, certamente, corrobora o potencial de crescimento do país.

Os pontos de atenção, por sua vez, envolvem as instituições, o ambiente de negócios, o crédito e o número de graduados em engenharia e ciências. Um aspecto bastante preocupante apontado pelo ranking é a facilidade de abertura de negócios, no Brasil. Nesse quesito, estamos entre os últimos da lista, na 123º posição.

A importância de estatísticas como essas está justamente em comparar o desempenho do Brasil com o restante do mundo e, principalmente, fornecer diretrizes para políticas desenvolvimentistas e áreas que necessitem de maiores investimentos.

 

IoT: incorporação gradual com impactos escaláveis

 

Está claro que a incorporação de novas tecnologias no ambiente industrial brasileiro não é um processo simples. Entre as principais razões para isso estão:

  • Limitações orçamentárias
  • Mudança de cultura frente à incorporação de novas tecnologias
  • Incertezas quanto aos impactos causados pela inovação
  • Mão-de-obra pouco qualificada
  • Baixa infraestrutura de conectividade

Mesmo diante desses desafios, a reestruturação que a Indústria 4.0 demanda é muito menos radical do que momentos de alavancagem passados.

Antes, era mandatória a substituição física do maquinário para a adequada incorporação das novas tecnologias que surgiam. Hoje, ao contrário, a integração entre hardwares e softwares inteligentes permite um elevado grau de adaptabilidade a diversos ambientes, sem a necessidade imediata de substituição do parque industrial.

Isso acontece pelo fato de a Internet das Coisas permitir a incorporação de sensores e sistemas legados com bastante facilidade, mesmo diante de equipamentos que já estejam em operação. As indústrias, então, conseguem usufruir da transformação digital de modo progressivo, sem uma quebra radical de processos e rotinas fabris.

A nova Revolução Industrial é, portanto, tão característica justamente por unir a escalabilidade produtiva em níveis nunca antes atingidos a um processo de transformação digital bastante flexível e adaptável.

Em mais de 15 anos de história como provedora de soluções de IoT, a V2COM desempenha um papel fundamental no processo de alavancagem da Indústria 4.0 no Brasil. Reconhecida por sua grande capacidade de se ajustar a diferentes realidades, a empresa impulsiona tecnologias que conversam facilmente com diferentes equipamentos e sistemas, de forma inteligente.

Desse modo, tem proporcionado retornos financeiros em um curto intervalo de tempo a seus clientes. Ademais, permite que as novas soluções incorporadas sejam perenes e compatíveis com os avanços tecnológicos futuros.

 

CONCLUSÃO

 

A incorporação da Internet das Coisas (IoT) pela Indústria 4.0 permite que as empresas usufruam de novas tecnologias sem a necessidade de substituição em massa do parque industrial. O foco está, sobretudo, na digitalização de processos já em funcionamento. Assim, a reconfiguração física do espaço fabril é apenas uma consequência gradual desse avanço o que, certamente, mitiga riscos e custos, elevando os ganhos econômicos.

O Brasil, nesse sentido, apresenta um grande potencial a ser explorado no processo de digitalização de seu parque industrial. Para tornar realidade a versão 4.0 de sua indústria, é preciso que as empresas brasileiras invistam com maior peso na aquisição e desenvolvimento de novas tecnologias. Além disso, urge um remodelamento em nossas políticas de fomento à indústria, bem como ações imediatas na melhoria de infraestrutura básica.