Três perguntas para avaliar um fornecedor de plataforma de IoT

Três perguntas para avaliar um fornecedor de plataforma de IoT

O fornecedor de plataforma de IoT está diretamente ligado à eficiência do projeto e à escalabilidade dos resultados em tempo recorde


No mundo, já existem mais dispositivos conectados que pessoas. Até 2020, a Cisco estima que a IoT terá comunicado 26 bilhões de "coisas", com aplicações que vão da Indústria 4.0 (IIoT) à Smart Agro, passando pelas Cidades Inteligentes, Logística, Medicina, Utilities, Gestão de Resíduos e muitas outras.

A Internet das Coisas foi apontada por uma série de pesquisas (nacionais e internacionais) como a tecnologia mais disruptiva, sendo aquela que deve receber a maior fatia de investimentos em inovação nos próximos anos. Ela já demonstrou sua enorme capacidade de conferir inteligência aos mais diversos processos, aumentando a eficiência e diminuindo custos. Mais ainda, a IoT tem criado novos modelos e frentes de negócios, escalando resultados em níveis jamais alcançados no curto intervalo de tempo.

Fonte: IoT Analytics

O mercado oferece uma variada gama de soluções para gerenciar de forma inteligente os dispositivos de Internet das Coisas. Mas para escolher a plataforma de IoT mais adequada à uma realidade específica de negócio, que seja robusta o suficiente para escalar resultados no curto prazo, é preciso atentar-se a alguns fatores críticos. Destacamos abaixo três deles:

1. A solução escolhida é flexível? 

Não é nada razoável estruturar um plano de Internet das Coisas sem considerar o legado de uma empresa. Por isso é fundamental averiguar se o fornecedor de plataforma de IoT é capaz de se comunicar com diferentes sistemas, protocolos e equipamentos que já façam parte do dia a dia operacional da corporação.

Mais do que isso, é preciso ponderar como a plataforma se comporta em relação às inovações vindouras. Isso significa entender os custos, a agilidade e o braço de desenvolvimento que o fornecedor apresenta para "conversar" com novas tecnologias que certamente aparecerão no mercado. Isso garante que as soluções de IoT implementadas hoje possam evoluir continuamente, sem incompatibilidades de natureza técnica, por exemplo.

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Com negócios cada vez mais dinâmicos, é essencial certificar-se de que o fornecedor de plataforma de IoT esteja habilitado para acompanhar a evolução com agilidade e segurança, viabilizando a inteligência necessária para criar insights estratégicos que facilitem a tomada de decisão.

2. A plataforma garante escalabilidade?

Escalar resultados é o que faz da Internet das Coisas uma ferramenta tão poderosa. E, diferentemente do que se possa imaginar, nem todas as plataformas disponíveis no mercado apresentam uma infraestrutura robusta o suficiente para garantir a escalabilidade, sobretudo no curto prazo.

Quando falamos no poder transformador da IoT, partimos da premissa de que a empresa deseja realmente alavancar as potencialidades de seu ambiente operacional, não se limitando a ambientes controlados e conservadores. Afinal, o aumento na eficiência, a inteligência de dados e a redução de custos estão diretamente ligados à expansão dos projetos dentro da realidade macro de negócios.

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A plataforma de IoT deve garantir um ambiente robusto o suficiente para viabilizar a escalabilidade dos projetos, ou seja, comportar um número cada vez maior de dispositivos conectados, até mesmo no curto e médio prazos. Para isso, é importante questionar o fornecedor da solução sobre as maiores instalações que ele já estruturou para outras empresas e analisar os resultados alcançados. A expertise em lidar com projetos de grande porte e a agilidade de implantação estão diretamente ligadas ao sucesso de um projeto de IoT.

3. O fornecedor de plataforma de IoT garante a interoperabilidade?

Todas as empresas possuem ferramentas internas ou de terceiros que as ajudam a resolver problemas críticos e, ao mesmo tempo, agregam valor ao negócio. É preciso avaliar se a solução é capaz de operar com, e em sincronia com, essas ferramentas existentes de uma maneira fácil e ágil.

https://www.youtube.com/watch?v=F-C1O1mNGNQ&t=3

Segundo a Gartner, metade do custo de implementação de uma aplicação de IoT em 2019 esteve associada à integração de seus elementos componentes. Benoit Lheureux, Vice-Presidente de Pesquisas da empresa, chegou a afirmar que:

"Alcançar a integração completa para ativos conectados à IoT é extremamente desafiador, porque envolve muitos terminais diferentes da TI. Além dos terminais de IoT em si, esses ativos podem precisar ser conectados a um gateway de IoT, que agrega os dados de sensores e os envia para uma plataforma..."

A McKinsey, por sua vez, ressalta que 40% a 60% do valor potencial total de um aplicativo de IoT depende da capacidade de obter interoperabilidade entre diferentes sistemas, deixando claro que esse é um requisito básico para o sucesso de uma solução, ao lado da segurança e disponibilidade.

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O melhor fornecedor de plataforma de IoT é aquele cujas soluções apresentem uma arquitetura de software inteligente, que permita integrações perfeitas com ferramentas de código aberto e facilite a integração com serviços e soluções de terceiros. Somente assim será possível atingir a escalabilidade no curto prazo e, claro, ROI's verdadeiramente impactantes.


Saiba mais sobre a plataforma de IoT da V2COM?

 

 


Afinal, existem barreiras financeiras aos projetos de IoT?

Afinal, existem barreiras financeiras aos projetos de IoT?

A tecnologia nunca esteve tão acessível como atualmente. Um recente estudo da The Economist apontou que os custos gerais com computação são hoje 100 vezes menores do que foram na década de 1970. O Goldman Sachs apontou para uma redução superior a 50% no valor dos sensores entre 2004 e 2014: saíram de US$ 1,30 para pouco menos de US$ 0,60. Já a Microsof analisou o preço dos sensores de IoT e registrou o seguinte cenário:

preço médio dos sensores de IoT
Fonte: Microsoft

Mesmo diante desse cenário, ainda é comum entre a alta liderança das empresas a percepção de que as barreiras financeiras aos projetos de Internet das Coisas (IoT) estão entre os maiores empecilhos para expandir as aplicações da tecnologia nos negócios. Essa ideia fica ainda mais forte em empresas de menor porte, que muitas vezes não acreditam ter recursos suficientes para incorporar a inovação em seu dia a dia operacional.

Esse aparente contrassenso - entre a queda real no valor das tecnologias digitais e a percepção de que elas são financeiramente inviáveis - ficou ainda mais evidente no Annual Manufacturing Report de 2019, realizado pela PwC. Há mais de dez anos a pesquisa analisa o cenário industrial britânico e, nessa edição em particular, revelou que muitas das manufaturas, embora já façam uso de algumas tecnologias (como robótica, sensores, sistemas ERP, etc), ainda não manifestam perfeita clareza de que elas são partes essenciais das soluções de Internet das Coisas.

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Por essa razão, aprofundar os conhecimentos acerca do que efetivamente é a IoT mostra-se fundamental para eliminar os obstáculos que dificultam sua expansão dentro das empresas. Muitas vezes a questão não está propriamente nos impedimentos financeiros, mas na compreensão dos ganhos econômicos que são obtidos com a aplicação prática da tecnologia e na noção de que muitos dos esforços necessários para articulá-la com efetividade já façam parte dos ativos que a empresa possui.

A mudança cultural é imprescindível para alavancar a IoT

Além dos quesitos técnicos por trás da implementação da Internet das Coisas, o êxito dos esforços digitais está diretamente ligado à uma mudança cultural, conduzida sobretudo pela alta liderança corporativa. Sem ela dificilmente as equipes financeiras estarão 100% aptas a entender a necessidade de adaptação a um novo contexto de mudanças e sem meios de avaliar de maneira objetiva o ROI obtido com esses investimentos.

Por sinal, de acordo com o Microsoft IoT Signals de 2019, as empresas que já adotam soluções de Internet das Coisas preveem ROI de 30% em até dois anos. O relatório da PwC, por sua vez, revela que 38% dos entrevistados já enxergam os dados como a maneira mais segura para a tomada de decisão, bem como para reduzir custos operacionais.

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Além disso, os relatórios mostram que, ano após ano, cresce o grau de percepção do mercado a respeito da importância da transformação digital. Fica cada vez mais claro que as iniciativas fazem parte de uma estratégica maior, complexa e multifacetada, que deve ser articulada por uma série de atores com expertises complementares.

A McKinsey já provou que a escalabilidade dos projetos de IoT está diretamente ligada à rapidez com que as soluções são incorporadas aos processos das empresas, de tal modo que aquelas que conseguem se articular de maneira mais abrangente tendem a experimentar ROI maior em menor espaço de tempo.

MCKinsey - IoT
Fonte: MCKinsey

Por essa razão, é importante contar com a ajuda de parceiros que estejam aptos a conduzir esse processo de transformação digital com mais agilidade, inclusive reduzindo as complexidades que certamente virão ao longo das implantações dos projetos.


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Transformação Digital das Utilities: até 25% menos despesas operacionais

Transformação Digital das Utilities: até 25% menos despesas operacionais

De acordo com a McKinsey, a transformação digital das Utilities pode levar à redução de até 25% em despesas operacionais e ganhos entre 20 e 40% em áreas como segurança, confiabilidade, satisfação do usuário e compliance.

transformação digital utilities
Fonte: McKinsey

No entanto, para que as Utilities potencializem esses feitos é preciso desempenhar um esforço estratégico contínuo em relação à aplicação de recursos (financeiros, tempo, mão de obra, etc) e, sobretudo, dar especial atenção às potenciais falhas que enfraquecem as iniciativas de transformação digital.

James McClelland, Diretor Global de Marketing na vertical de Utilities e Energia da SAP, em entrevista à Utility Dive, aponta quais são as três principais armadilhas que podem atrapalhar o desempenho dessa jornada.

Armadilha 1: Não alcançar o devido suporte dos executivos C-level

Seja apenas um esforço isolado ou um projeto estruturante de transformação digital, é sempre necessário que o corpo diretivo das Utilities esteja devidamente engajado com a mudança e, sobretudo, seja capaz de envolver todos os profissionais necessários para que ela aconteça na prática.

Isso porque iniciativas dessa natureza certamente impactarão outras frentes de negócios, até mesmo aquelas de menor alcance. Sem o devido gerenciamento e a comunicação efetiva dos executivos C-level, provavelmente ocorrerão ruídos ao longo das fases de implementação das mudanças que, se não resolvidos a tempo, podem minar todas as expectativas advindas dos esforços digitais.

A liderança estratégica, nesse sentido, tem um papel crucial como catalisadora da mudança de maneira ampla e irrestrita. É ela que possui a visão global sobre os resultados esperados e os esforços necessários e, portanto, é a mais gabaritada para engajar todo o time que está sob sua liderança. Sem ela, o impacto positivo, quando acontece, é de pequena extensão e dificilmente escalável.

Armadilha 2: Focar apenas em modelos de ROI de curto prazo

Está claro que a transformação digital pressupõe investimentos e, como tal, espera retornos financeiros. Embora seja claramente possível auferir ganhos em curto espaço de tempo com a implementação correta e estrutural de novas tecnologias, é importante que todo o esforço seja entendido de modo contínuo e estratégico. Afinal, o impacto (inclusive financeiro) mais relevante vem no médio e longo prazos.

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Embora varie conforme a gestão, é comum encontrarmos no mercado empresas com foco em KPI's financeiros de curto prazo, constantemente revistos em intervalos de três ou seis meses. Se por um lado eles são importantes por uma série de razões que indicam o sucesso da tomada de decisão passada, por outro podem limitar e subestimar o enorme potencial por trás das iniciativas digitais das Utilities.

Assim, é preciso que a gestão dos projetos leve em conta outras métricas, sobretudo digitais, que, somadas aos KPI's de curto prazo, levem a um entendimento mais amplo sobre o que é considerado sucesso (ou não) e qual o tempo necessário para chegar a esse tipo de conclusão.

Entre os possíveis indicadores que podem ser incluídos na análise digital estão a extensão de uso das novas tecnologias disponibilizadas aos colaboradores e consumidores, o tempo necessário para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e soluções a partir das inovações em infraestrutura implementadas e a percepção sobre o grau de satisfação dos clientes (seja na esfera B2C, seja na B2B). O custo ou taxa de aquisição do cliente, assim como a produtividade ou receita por funcionário também são parâmetros sólidos para a transformação digital.

Armadilha 3: não se desapegar dos modelos tradicionais de negócios

Cada vez mais, independente do segmento de mercado, os consumidores desejam desfrutar de uma experiência de consumo em que haja possibilidade de escolha e responsabilidade socioambiental. A tendência é que as Utilities afastem-se do papel de meras fornecedoras de commodities e assumam uma posição fundamental para o desenvolvimento sustentável nas próximas décadas.

As novas soluções tecnológicas que estão sendo incorporadas por essas empresas deu-lhes a oportunidade de desvendarem um novo mundo de negócios, com infinitas possibilidades, inclusive unindo a oferta de energia proveniente de fontes renováveis e não-renováveis.

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Na Austrália e em alguns países da Europa, por exemplo, empresas de gás já permitem que os usuários acumulem pontos, apenas por pagarem suas contas em dia, e os utilizem para adquirir outros produtos e serviços. Outras companhias, por sua vez, optaram por informar o consumidor final, deixando-lhe plenamente ciente de todas as etapas que compõem a cadeia de geração, armazenamento e distribuição, seja de água, gás ou energia. Desse modo, as pessoas sentem-se incluídas às iniciativas digitais e passam a adotar padrões de consumo ainda mais alinhados com seu grau de engajamento e responsabilidade com as questões socioambientais.

Isso tudo, claro, só é possível porque, atrás de toda a complexa operação das Utilities, existe o protagonismo de tecnologias de alta performance, que geram insights a partir de dados até pouco utilizados na tomada de decisão. Foi dessa análise e da automação dos processos que surgiu a inteligência necessária para uma nova formatação de modelos de negócios que estão impactando as empresas, seus consumidores e o meio ambiente.


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Para 76% das empresas brasileiras IoT será fundamental em 3 anos

Para 76% das empresas brasileiras IoT será fundamental em 3 anos

Mais que uma aposta, a Internet das Coisas (IoT) já se firmou como realidade dentro das empresas. Há um maior número de projetos em fase de roll-out liderado por executivos que apostam na tecnologia para facilitar a tomada de decisão, aumentar a eficiência produtiva e criar fontes alternativas de receita.

Publicado recentemente em sua quarta edição, o IoT Snapshot analisou a adoção e a evolução da IoT nos mercados brasileiro e latino-americano, em 2019. Foram entrevistadas 256 lideranças corporativas de cinco países da região (Brasil, Colômbia, México, Argentina e Chile), entre outubro e novembro do ano passado.

No Brasil, 42% dos executivos avaliam a Internet das Coisas como de “alta” ou “muito alta” importância para os negócios atuais. Quando ampliamos a análise para o médio prazo (entre 2022 e 2024), essa porcentagem sobe para 76%. Nos demais países que compõem a pesquisa, o cenário é semelhante: sai de 43% hoje para 73% em três ou cinco anos.

Protagonismo da TI em ascensão

Soluções de IoT já estão inseridas em pelo menos 35% das empresas brasileiras. Nos outros países latino-americanos, essa realidade é um pouco menor: aproximadamente 25%. O mercado brasileiro mostra-se ainda mais maduro que os países vizinhos, por ter um número proporcionalmente menor de Provas de Conceito frente a projetos que já se encontram em fases mais adiantadas de implantação e validação.

IoT Snapshot 2019
Fonte: IoT Snapshot 2019

O estudo ainda analisou setorialmente o mercado brasileiro em relação a planos concretos de investimentos em IoT nos próximos 18 meses. O setor manufatureiro manteve-se em primeiro lugar, seguido por serviços e pelo agronegócio.

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Esses projetos tendem a ser conduzidos por equipes cada vez mais diversas, com os profissionais de TI conquistando um importante protagonismo na condução dos negócios.

No ano passado, apenas 3% da responsabilidade e gestão eram feitas por times com executivos de TI e inovação; hoje esse porcentual cresceu para 26%. Nos demais países estudados, apenas 9% dos respondentes afirmaram que iniciativas de IoT são de equipes multidisciplinares.


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legados

Como a IoT vence o desafio dos sistemas legados na Indústria 4.0?

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Falar em Internet das Coisas e Indústria 4.0 no Brasil pressupõe tratar de um assunto complexo: LEGADO.

Integrar o maquinário antigo aos novos sistemas e tecnologias de rastreamento de dados lógicos é a grande barreira que precisa ser superada para de fato alavancar a jornada digital no Brasil. Com isso, efetivaremos de vez uma revolução em nosso setor produtivo, movimentando, até 2025, mais de US$ 45 bilhões na indústria, US$ 39 bilhões no setor de saúde, US$ 27 bilhões em cidades inteligentes e US$ 21 bilhões no agronegócio, segundo mostra um recente estudo do BNDES.

Os líderes de negócio brasileiros já estão cientes dessa necessidade. Diversas pesquisas convergem ao apontar a adoção de tecnologias de IoT como prioridade de investimento nas empresas, superando a cloud computing e blockchain. Mesmo assim, ainda é preciso de muito esforço para que os planos saiam efetivamente do papel e se tornem uma realidade prática.

Tecnologias modulares são a solução para os sistemas legados

Para resolver o problema dos sistemas legados, muitas empresas têm buscado a ajuda de fornecedores que desenvolvem soluções de IoT sob medida. Isso porque é fundamental que a tecnologia oferecida se adeque perfeitamente às diferentes demandas, respeitando as particularidades que cada projeto exige.

Além disso, é importante que a solução desenvolvida seja plenamente integrável a diferentes tipos de equipamentos e sistemas. Empresas desenvolvedoras que fornecem uma arquitetura aberta e modular estão um passo à frente na promoção da transformação digital, justamente por permitirem que as tecnologias de IoT incorporadas hoje consigam sempre se adequar aos futuros avanços, que certamente virão, sem a necessidade de substituição parcial, ou até mesmo total, dos equipamentos e sistemas legados.

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Analistas do Gartner destacam que um dos maiores desafios para a infraestrutura de TI e para a implantação de soluções de Internet das Coisas é a necessidade de identificar quais formas de integração são necessárias para um equipamento conectado à IoT. Segundo, Benoit Lheureux, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner :

"Alcançar a integração completa para ativos conectados à IoT é bastante desafiador, porque envolve muitos terminais diferentes da TI. Além dos terminais próprios da IoT, esses ativos podem precisar ser conectados a um gateway de Internet das Coisas, que agrega os dados de sensores e os envia para uma plataforma. É ela que fornece os recursos de TI necessários para administrar o consumo de dados, Analytics, entre outros".

Embora a questão do legado seja complexa, há players importantes no mercado que oferecem a expertise necessária para resolver o assunto com rapidez e custos reduzidos. As soluções oferecidas permitem conectar, monitorar e gerenciar inúmeros dispositivos, com extrema atenção às questões envolvendo a segurança.

E isso é fundamental para garantir às indústrias o uso eficiente dos dados provenientes de toda a cadeia produtiva em tempo real, de tal modo que possam diminuir o desperdício de insumos, resolver dilemas logísticos, aumentar a segurança das equipes bem como os próprios ciclos de desenvolvimento.

Força de trabalho e segurança da informação: um problema além da conectividade

Um outro desafio que a indústria brasileira certamente irá enfrentar, ainda mais nos próximos anos, relaciona-se à força de trabalho. Hoje, o conhecimento técnico para a resolução dos problemas do ambiente produtivo está concentrado especialmente no colaborador "chão de fábrica". Além disso, esse conhecimento não está bem estruturado, e muitas vezes se comporta de forma apenas reativa.

As tecnologias de IoT vão justamente na contramão dessa tendência, oferecendo a grande possibilidade de se adiantar aos problemas, reduzindo custos de manutenção e o tempo de parada. Elas viabilizam um modelo de gestão estruturada, baseada em dados e na tomada de decisão de forma automática, uma realidade ainda não amplamente difundida entre a maioria das empresas.

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Um outro importante aspecto, que está no radar dos gestores a respeito da indústria 4.0, é o processamento dos dados e a segurança da informação. Mais do que nunca, uma arquitetura voltada para edge computing terá que integrar o planejamento de transformação digital, e isso significa que o aumento de poder de processamento e uma camada extra de segurança e governança de dados serão imprescindíveis. Não é à toa que todas as recentes pesquisas envolvendo a IoT colocam a segurança da informação como prioridade entre os líderes corporativos.

V2COM: quase duas décadas de experiência com sistemas legados

Desde 2002, a V2COM é líder em soluções de Internet das Coisas (IoT) e Smart Systems, com mais de 1 milhão de dispositivos conectados no mundo. Um de seus grandes diferenciais é estar inserida no desenvolvimento ponta à ponta, produzindo tanto Hardware quanto Software, o que torna as soluções ainda mais eficientes e menos custosas para os clientes.

Sua premiada plataforma de IoT e a exclusiva metodologia de PoV (Proof of Value), testada e aprovada por centenas de clientes dos mais diversos segmentos, aceleram as implantações de projetos e impulsionam o retorno do investimento para empresas com processos complexos e ativos distribuídos.


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expandir soluções de IoT

Os desafios da jornada de IoT dentro das empresas

Os desafios da jornada de IoT dentro das empresas

O mercado experimentou, nos últimos anos, uma série de tecnologias desenvolvidas a partir da Internet das Coisas. É natural que, no próximo momento, as empresas invistam em esforços de escalabilidade. Com isso, os projetos começam a ficar cada vez mais complexos e a envolver um número crescente de pessoas e departamentos dentro das organizações.

Para entender melhor esses desafios, uma pesquisa encomendada à Informa Engage entrevistou 160 executivos de diferentes partes do mundo. Os achados são importantes, pois ajudam a guiar esforços na hora de expandir soluções de IoT, sem perder de vista o retorno financeiro esperado com a iniciativa.

Segurança: o aspecto mais importante para os entrevistados

Há alguns anos, critérios como segurança e privacidade não eram tidos como prioridade na maioria dos projetos de tecnologia. Entretanto, com o crescimento jamais visto do número de dados coletados e processados, inúmeros incidentes, muitos deles criminosos, começaram a ser reportados em todo o mundo.

Segundo a Kaspersky, empresa global de cibersegurança, ocorreram 105 milhões de ataques contra dispositivos IoT vindos de 276 mil endereços exclusivos IP nos primeiros seis meses de 2019 em todo o mundo. Esse número é cerca de nove vezes maior do que o do primeiro semestre do ano anterior.

Em razão desse cenário, protocolos de segurança cada vez mais robustos passaram a ser desenvolvidos e o assunto hoje está em primeiro lugar entre os desafios relacionados à IoT:

 desafios para expandir soluções de IoT

Atualmente, os sistemas e dispositivos interconectados são desenvolvidos de forma a garantir a segurança, privacidade e integridade dos dados. Com isso, as soluções desempenham, ao mesmo tempo, um papel preventivo, proativo e, quando necessário, corretivo diante de qualquer invasão que porventura aconteça.

Para tanto, uma série de ações precisa ser levada em conta a fim de maximizar tanto a efetividade quanto a confiabilidade das novas tecnologias. Entre elas, destacam-se:

  • Desenvolver projetos seguros, em nível de hardware, software e hospedagem em nuvem;
  • Melhorar o controle de governança de TI;
  • Estabelecer padrões de segurança elevados;
  • Implementar sistemas de controle de qualidade;
  • Realizar análises de vulnerabilidade do dispositivo;
  • Utilizar protocolos seguros de atualizações e correções;
  • Desenvolver sistemas com criptografia para proteção de dados;
  • Realizar testes de segurança;
  • Desenvolver plano de contingência contra possíveis ameaças futuras;
  • Monitorar constantemente o sistema para detectar possíveis ameaças cibernéticas;

Metade dos custos de implantação deve-se às integrações

A implantação da arquitetura é o segundo desafio mais apontado pelos entrevistados, sobretudo no momento de escalar resultados. Os líderes e gestores envolvidos passam a trabalhar diante de um novo cenário de maior complexidade, tendo que integrar diferentes tipos de sistemas operacionais, protocolos e requisitos de comunicação. Há mais elementos em campo (dispositivos, redes, plataformas e aplicações) e equipes maiores para gerir.

Esse contexto costuma demandar o desenvolvimento de integrações mais robustas, um desafio que, além de complexo, pode ser custoso se não bem planejado. Segundo dados da Gartner, metade dos custos de implantação dos projetos de IoT devem-se apenas às integrações.

Para facilitar a execução dessas demandas, a palavra-chave é orquestração. Com um planejamento bem controlado e com a expertise de empresas parceiras, a escalabilidade das soluções de IoT pode, sim, acontecer sem grandes entraves, de forma rápida, segura e com ROI verdadeiramente interessante.

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A convergência dos departamentos de Tecnologia da Informação e de Tecnologia Operacional na rede compartilhada é outro ponto citado pelos entrevistados como um grande desafio à escalabilidade dos projetos de IoT. Essa convergência IT/OT é algo que se estruturou com o tempo e permitiu uma visão mais ampla e global das informações que correm pela empresa, com respectivo aumento da eficiência operacional.

Em especial nos setores com elevado volume de ativos (manufatura, energia, transporte), os dois departamentos tradicionalmente operam com bastante independência, cada qual a partir de requisitos e prioridades de redes próprios.

 desafios para expandir soluções de IoT

O advento e a implementação das tecnologias de Internet das Coisas aceleraram a dinâmica IT/OT e, como consequência, aumentou-se a dificuldade de sintonizar as prioridades de ambas as áreas. Não raras vezes, essas prioridades podem, inclusive, "brigar" entre si. Como exemplo, enquanto para TI o foco pode estar na segurança de dados, para OT a atenção talvez esteja em sua disponibilidade.

Orquestrar essa convergência é fundamental para que não se perca tempo, dinheiro e esforço de mão-de-obra qualificada.

Desafios são vencidos através de parcerias

Talvez o maior valor comercial das soluções de IoT esteja na geração de insights de negócios a partir do processamento e da análise de um grande volume de dados. Para que isso aconteça, entretanto, é importante identificar e superar muitos dos desafios apontados na pesquisa, especialmente aqueles que comprometem a escalabilidade dos projetos.

Cientes disso, mais de 75% dos entrevistados destacam a importância estratégica de se conectar com empresas especializadas em soluções de IoT.

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Essas parcerias são fundamentais na medida em que ajudam a alocar esforços e recursos de modo mais eficiente, além de viabilizarem uma importante troca de experiências e conhecimento entre profissionais de diferentes áreas. As empresas parceiras garantem implantações rápidas e seguras e já amplamente testadas ao longo dos anos de experiência.

A V2COM, através de sua premiada plataforma de IoT, equipe técnica altamente capacitada e metodologia exclusiva de PoV tem levado a transformação digital para a realidade de diversas empresas, tendo alcançado em escala global mais de 1.5 milhão de dispositivos conectados de forma inteligente.


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