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América Latina acelera investimentos para Smart Cities em 2020

América Latina acelera investimentos para Smart Cities em 2020

Um recente relatório da IDC, Worldwide Semiannual Smart Cities Spending Guide, mostra que os investimentos globais em soluções para Smart Cities alcançarão cerca de US$124 bilhões, em 2020. O montante representa um aumento de 18,9% em relação ao ano passado.

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Em 2019, os projetos relacionados à eficiência energética e infra-estrutura de rede representaram mais de 33% dos gastos, impulsionados sobretudo pela expansão das Smart Grids. Já os projetos de segurança pública e transporte inteligente conquistaram 18% e 14% dos investimentos, respectivamente.

Neste ano, as redes inteligentes (tanto de energia elétrica quanto de gás) devem continuar na dianteira dos investimentos, mas outras áreas começam a crescer com mais força. Gestão inteligente de tráfego urbano, redes de câmeras de vigilância e transporte público inteligente são alguns exemplos. Conexões de veículos para tudo (V2X) e wearables específicos para segurança também devem atrair investimentos com mais intensidade, especialmente nos próximos cinco anos.

Smart Cities ao redor do mundo

Singapura segue como destaque entre as cidades que mais investirão em tecnologia. Tóquio aparece em segundo lugar, sobretudo em razão dos Jogos Olímpicos de Verão, seguida por Nova York e Londres. A IDC prevê que cada uma dessas quatro cidades deverá gastar mais de 1 bilhão de dólares em soluções de Smart Cities este ano

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Sob uma análise macro, o relatório aponta Estados Unidos, Europa Ocidental e China como responsáveis por mais de 70% dos gastos globais para cidades inteligentes. Mas os espaços urbanos da América Latina e do Japão surgem como destaques em relação aos locais onde haverá o crescimento mais acelerado dos projetos de Smart Cities, em 2020.


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computação neuromórfica

Engenharia Neuromórfica: quando Hardware vira Cérebro

Engenharia Neuromórfica: quando Hardware vira Cérebro

Um recente relatório publicado pelo grupo Yole Développement afirmou que, diante das restrições de largura de banda (bandwidth) de dados e dos crescentes requisitos computacionais, as tecnologias de sensoriamento e computação deverão se reinventar, emulando arquiteturas neurobiológicas a partir de estudos de Biomimética.

Em uma entrevista ao EE Times, Pierre Cambou, analista responsável de imagens do Yole, explicou que a computação neuromórfica pode ser a chave para resolver uma série de desafios atuais que envolvem a Inteligência Artifical (IA) e ainda criar diversas outras funcionalidades nas próximas décadas.

Máquinas que pensam: uma ideia que surgiu há 70 anos

A ideia de que máquinas podem pensar não é nova. Ela apareceu na ciência há pelo menos setenta anos, desde que o matemático Alan Turing se questionou sobre essa possibilidade. De lá para cá, uma infinidade de estudos foram articulados para transformar hardwares em cérebros, culminando naquilo que o Instituto de Tecnologia da Califórnia chamou pela primeira vez de "engenharia neuromórfica", na década de 80.

Mais recentemente, em 2011, pesquisas do MIT chegaram a um modelo de chip que conseguiu imitar os neurônios do cérebro, a partir de uma matriz neural programável com capacidade de aprender e responder diante de novas informações. E, desde então, com o aprimoramento de novas tecnologias, a engenharia neuromórfica começou a aprofundar a capacidade de conhecimento das máquinas, inclinando-a cada vez mais para utilizações específicas da Inteligência Artificial.

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Há uma série de desafios ainda a serem vencidos quando pensamos na expansão das aplicações neuromórficas. Em geral, eles se relacionam ao crescimento sem precedentes no volume de dados a serem processados pelas redes neurais de IA e ao gasto de energia que essa tarefa demandaria.

Mesmo assim, os esforços na área só crescem e a busca por alcançar hardwares com habilidades cognitivas está cada vez mais próximo de se transformar em uma realidade efetivamente escalável. Hoje já existem chips neuromórficos bastante avançados, com mais de 1 milhão de neurônios, formando redes sinápticas na casa dos bilhões. Mas a tecnologia ainda é cara e, muitas vezes, com aplicações ainda em fase de testes.

Engenharia neuromórfica: um mercado bilionário

Segundo o relatório do grupo Yole, se todas as questões técnicas forem resolvidas nos próximos anos, o mercado da computação neuromórfica poderá subir de US $ 69 milhões, em 2024, para US $ 5 bilhões, em 2029, e US $ 21,3 bilhões, em 2034.

O advento dos carros autônomos, por exemplo, será diretamente impactado pela expansão dessa tecnologia, justamente porque eles demandam um tempo de reação tão rápido quanto o do cérebro humano para evitar colisões no trânsito. Além disso, especialistas acreditam que a computação e o sensoriamento neuromórficos também serão usados em outras frentes de negócios no curto prazo, como as voltadas ao monitoramento em tempo real de máquinas industriais, a atividades logísticas e até mesmo à agricultura.

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A rapidez com que essas tecnologias dominarão o mercado é influenciada pela curva de aprendizado das redes sinápticas neuromórficas. O chamado "deep learning" tem um ritmo mais lento no início, visto que precisa de uma grande quantidade de dados para funcionar com mais eficiência. Mas à medida que o volume de informações inserido nos sistemas aumenta (e, por consequência as sinapses), o aprendizado se torna quase instantâneo, numa curva ascendente exponencial.

Num mundo onde a conectividade se expande e os dados gerados a partir de máquinas e devices crescem a todo vapor, a computação neuromórfica é tida como a chave para processar informações com inteligência e rapidez. A tecnologia ainda se mostra mais necessária diante de cenários não estruturados, uma vez que melhor compreendê-los significa garantir a geração de valiosos insights para negócios futuros.

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Investimento em IoT no Brasil deve crescer 20% em 2020, aponta IDC

Investimento em IoT no Brasil deve crescer 20% em 2020, aponta IDC

A implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) a partir de agosto deste ano, o avanço da Internet das Coisas (IoT) nas empresas e a oferta de serviços de dados pelas operadoras são os temas que mais puxarão investimentos em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil este ano. A previsão foi divulgada pela IDC Brasil nessa última semana.

Em relação à LGPD, o estudo indica que 60% das grandes e médias empresas brasileiras terão a segurança da informação como uma das pautas prioritárias e quase dois terços delas devem rever seus processos para se adequar às novas diretrizes. O porcentual de empresas que não estão preparadas para as mudanças é baixo: menos de 6% dentro dos 60%.

Até 2021, a IDC prevê que os investimentos em TI aumentarão 10%, principalmente em hardware, software e serviços. Na América Latina, o software deve ser responsável por 18% dos investimentos, serviços de TI por 22% e hardware por 60%. Já o setor de nuvem pública deve registrar crescimento de 46,7% entre 2019 e 2023.

IoT é destaque de investimentos em 2020

A Internet das Coisas (IoT) continua avançando com força nas empresas em 2020. O relatório da IDC Brasil aponta para um crescimento de 20% no mercado, que deve alcançar os US$ 9,9 bilhões.

Ainda é previsto um aumento da complexidade de múltiplas conectividades (LoRA, NB-IoT e M2M, entre outras), e um alinhamento da área de negócios com a área de TI para encontrar as métricas certas em cada indústria. As empresas devem se inclinar para determinar ROIs específicos para os projetos envolvendo a Internet das Coisas.

Segundo Luciano Saboia, gerente de pesquisa do IDC Brasil em telecomunicações :

"Mobilidade cloud, inteligência artificial e machine learning, são tecnologias que caminham juntas com o desenvolvimento de IoT, bem como necessidades de Edge Computing. Veremos um casamento das conectividades, com os projetos de IoT e Edge Computing. Isso trará um aumento da complexidade para gerenciar as múltiplas conexões e teremos alinhamento do TI com os negócios"

Os serviços de analytics e inteligência artificial também apresentarão forte crescimento, em torno de 11,5% em 2020, somando mais de US$ 548 milhões. A maior parte se deve à análise de dados.

 


Utilities: caminhos para a transformação digital

Utilities: caminhos para a transformação digital

Embora aconteça em ritmos diferentes a depender do setor, a transformação digital é uma realidade unânime entre as utilities de todo o mundo. Ganhos como o aumento de eficiência operacional, melhoria na experiência do consumidor e agilidade na inovação (e consequente ganho em competitividade) são apenas alguns dos fatores que têm transformado esse mercado.

Dados recentes do McKinsey Global Institute apontam que a transformação digital cria importante valor para as utilities. Entre eles, destacam-se:

  • redução de até 25% em despesas operacionais;
  • aumento de performance entre 20% e 40%, especialmente em áreas como segurança e satisfação do consumidor;
  • aumento no lucro.

Mesmo diante desses ganhos, as pesquisas indicam que a maioria das empresas tem um desempenho de baixo a moderado nos processos digitais.

A robustez organizacional dificulta, mas não impede a transformação digital

Uma das principais razões que podem “afastar” as utilities dos avanços digitais é a própria estrutura organizacional, direcionada para minimizar riscos e garantir a segurança e a longevidade dos ativos.

As utilities são tradicionalmente conhecidas por sua estabilidade e confiabilidade. Isso certamente se impõe como um importante obstáculo diante de uma nova realidade digital, marcada pela constante experimentação e processos ágeis.

Estruturas corporativas mais rígidas e robustas tendem a seguir processos bem definidos e necessitam de validações interdepartamentais para a incorporação de novas tecnologias. Nessa realidade, o caminhar decisório é, muitas vezes, mais lento que a evolução digital.

Diante disso, surge um impasse: a necessidade de inovar, dentro de um cenário que exige estabilidade e segurança.

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Outro importante aspecto que dificulta os processos de transformação digital é o legado operacional complexo e o ambiente de tecnologia de informação robusto. Muitas vezes, uma simples alteração pode movimentar toda a engrenagem empresarial já estabelecida, devido à justaposição de diferentes processos maiores.

Mesmo cientes dessas dificuldades, utilities de diferentes segmentos têm desempenhado esforços importantes em direção à digitalização de seus processos. Consolidou-se, enfim, a percepção de que é necessário aumentar a agilidade na tomada de decisão, fomentando mudanças de modo mais dinâmico.

Engajamento de líderes: peça fundamental do processo

A transformação digital traz consigo ganhos reais. Não se trata apenas de mera tendência, mas sobretudo de uma jornada sem volta que envolve empresas de todos os setores, em nível global.

A história da V2COM junto às utilities tem sido marcada por importantes iniciativas tecnológicas com intuito de otimizar recursos e escalar resultados. Através de softwares e hardwares inteligentes, milhões já foram salvos com o combate a fraudes e furtos de energia, trazendo não só ganhos financeiros, mas também ambientais.

A viabilização desses trabalhos em muito se deveu ao contato direto com a alta liderança das empresas cujo poder decisório esteve em perfeita sintonia com a necessidade de modernizar rotinas operacionais e estratégicas. A mudança de mindset no sentido de apostar em decisões mais rápidas e retornos escaláveis é fundamental para viabilizar a transformação digital de forma efetiva e eficaz.

Soluções devem se adequar às empresas; não o contrário

A McKinsey analisou as utilities pioneiras na transformação digital e concluiu que a liderança digital, especialmente entre as concessionárias de energia, é mais rápida quando a alta direção conclui que o risco potencial em investir pouco nas tecnologias digitais é maior do que o risco de investir pesadamente e não obter um retorno tão interessante.

E, se por um lado isso deixa cada vez mais clara a necessidade de efetivar mudanças em ritmo acelerado, por outro ainda persiste uma certa incerteza quanto ao melhor formato de se iniciar a transformação digital.

Uma das alternativas apontadas pela consultoria parte da tarefa de reavaliar e modernizar a arquitetura e o ambiente de TI. As utilities estão há bastante tempo acostumadas com a utilização de pacotes de software bastante robustos, em razão da tradicional necessidade de garantir a máxima estabilidade de processos.

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Esse padrão de sistema pode ser bastante eficiente para processos já consolidados e que necessitam de apenas alguns ajustes eventuais. Entretanto, num contexto de negócios mais dinâmico, com a constante incorporação de novas tecnologias, é preciso se atentar à flexibilidade dos sistemas de informação.

Mais do que nunca, eles devem ser flexíveis e customizáveis, capazes de suportar novos desenvolvimentos sem que isso signifique custos muito elevados ou rupturas processuais drásticas. A ideia é que as soluções se adequem à realidade das empresas e não o contrário.

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desperdício de energia

Brasil perde mais de R$ 60 bilhões com desperdício de energia

Brasil perde mais de R$ 60 bilhões com desperdício de energia

Segundo recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), 54,4% das grandes empresas brasileiras devem ampliar suas iniciativas em inovação nos próximos três anos e 37,3% manterão os investimentos nos padrões atuais.

transformação digital

O levantamento põe em debate o novo acordo entre Mercosul e União Europeia, uma vez que o mercado brasileiro será impactado com um grande volume de produtos europeus altamente competitivos. Por essa razão, a indústria nacional terá de investir pesadamente em inovação, produtividade e tecnologia, não apenas para salvaguardar uma fatia importante do próprio mercado, mas também para usufruir do enorme potencial que os dois blocos juntos, com mais de 750 milhões de consumidores, representará.

Desperdício de energia: o grande vilão da indústria brasileira

A geração e o consumo de energia elétrica estão entre os maiores entraves contra a alavancagem produtiva da indústria brasileira. Um recente estudo elaborado pelo American Council for an Energy-Efficient Economy colocou o Brasil entre os últimos cinco colocados de uma lista com 25 países, no que se refere às políticas públicas e práticas empresariais para a gestão eficiente de energia.

Entre as principais razões que explicam o baixo desempenho brasileiro destaca-se o investimento insuficiente em inovação. Apenas para comparar, enquanto direcionamos cerca de 191 milhões de dólares por ano para projetos de eficiência energética, a Alemanha já ultrapassou o montante de 2,5 bilhões de dólares, ou seja, cerca de 13 vezes mais.

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O desperdício de energia é também um outro importante ponto de atenção. Dados recentes divulgados pela ABESCO (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) mostram que, entre 2014 e 2016, o Brasil desperdiçou o equivalente a 140% do montante anual gerado pela usina de Itaipu. São mais de 60 bilhões de reais que poderiam ter sido salvos caso tivéssemos investido mais pesadamente em tecnologia.

A indústria é uma das maiores responsáveis por esse quadro, visto que consome ao menos 40% de toda a energia produzida no país. Maquinário obsoleto, motores com problemas de manutenção e a ainda insuficiente integração dos processos produtivos às últimas inovações tecnológicas são os grandes responsáveis por tamanho desperdício.

Transformação Digital: saída inteligente para aumentar a produtividade

Para contornar o desperdício de energia, a indústria brasileira precisa investir pesadamente em transformação digital. As soluções de Internet das Coisas (IoT) e os sistemas inteligentes cada vez mais precisos e integráveis garantem processos produtivos muito mais eficientes e sustentáveis. A McKinsey já afirmou que as fábricas inteligentes podem economizar até 20% no consumo de energia e elevar em 25% a produtividade do trabalho.

Desde 2002, a V2COM é referência em projetos nacionais e internacionais voltados à expansão da indústria 4.0. Com metodologia exclusiva de trabalho e milhões investidos em P&D, a tecnologia V2COM garante resultados altamente eficientes, retornos financeiros em tempo recorde e elevado potencial de escalabilidade para as mais diferentes realidades de negócios.

Conheça os projetos para Indústria 4.0
da V2COM

 


Internet das Coisas

[Dados] Custos mais baixos potencializam Internet das Coisas

[Dados] Custos mais baixos potencializam Internet das Coisas

Segundo a consultoria americana, Bain & Company, os gastos globais com Internet das Coisas devem alcançar US$ 520 bilhões, até 2021. A McKinsey, por sua vez, está ainda mais entusiasmada: acredita num impacto econômico de até US$ 11,1 trilhões por ano, até 2025. Os números são bastante expressivos e provam, mais uma vez, que a Internet das Coisas é muito mais que uma tendência: é realidade imprescindível para o sucesso dos negócios.

Entre as diversas razões que impactam positivamente a escalabilidade dos projetos de IoT, a redução nos custos para o desenvolvimento e a implementação das tecnologias certamente ganham destaque ano após ano. Um dos grandes nomes da ciência da computação, o cientista John McCallum, analisou dados históricos para entender como tem sido o ritmo dessa queda, e os achados foram publicados pela revista The Economist:

IoT The Economist

Pelo gráfico, é possível perceber que, em 1956, 1 megabyte de armazenamento custaria cerca de US$ 9.200 (o equivalente a US$ 85.000, em valor presente), montante que inviabilizaria praticamente qualquer projeto de tecnologia. O grande destaque, entretanto, está na rapidez com que os preços declinaram ao longo das décadas, chegando a apenas US$ 0,00002, em 2019.

Mas não apenas o custo por MB caiu ao longo do tempo: os custos operacionais também vêm apresentando uma importante redução. Segundo dados publicados por Jonathan Koomey, da Universidade de Stanford, a quantidade de dados que pode ser processada com o gasto de apenas 1 kWh cresceu cerca de 100 bilhões de vezes, entre 1950 e 2010. Isso significa dizer que até mesmo o mais simples e barato dos chips atuais consegue desempenhar muito melhor que o mais avançado dos computadores da década de 70.

Um outro importante dado que favorece diretamente a escalabilidade dos projetos de IoT refere-se ao preço dos sensores. Dados do banco Goldman Sachs, por exemplo, mostram que o custo médio caiu de US$ 1,30 para US$ 0,60, entre 2004 e 2014, tendência que se verificou nos últimos 5 anos.

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Em relação aos custos de telecomunicação, percebemos uma redução muito menos acelerada. Mesmo assim, eles são bem inferiores ao que era praticado há algumas décadas. Hoje, as velocidades de conexão de dezenas de megabits por segundo podem ser obtidas por apenas algumas dezenas de dólares ao mês.

Em recente publicação, a Forbes analisou como estão os custos com internet ao redor do mundo. A gigante Índia aparece como o país mais barato para uso de um gigabyte, com valor médio de apenas US$ 0,26. O Quirguistão ficou em 2o lugar, com US$ 0,27, enquanto o Cazaquistão completou o Top 3 com US$ 0,49.

No Brasil, este valor sobe para US$ 3,50 (quase 14 vezes mais caro que na Índia) e no Zimbábue, último da lista, o custo de um gigabyte chega a alcançar inacreditáveis US$75,20!

Especialistas acreditam que, conforme o acesso à Internet se expandir pelo mundo, esses valores deverão ser cada vez menores. Dados da International Telecommunications, por exemplo, mostram que, em 2018, 51,2% da população mundial esteve conectada à rede, frente à apenas 23,1% em 2008.

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